52 Tripé do Ser Humano


52 Natalidade


62 Umbanda 1a. Publicação


60 Caligrafia de Allan Kardec


62 Pirâmide da Umbanda


54 Constituição do Brasil


54 Derrame?

SERÁ QUE É DERRAME?

Às vezes, os sintomas de um derrame são difíceis de identificar.

Infelizmente, a falta de reconhecimento provoca um estrago.

A vítima de um derrame pode sofrer danos cerebrais quando as pessoas em redor não reconhecem os sintomas do derrame.

Agora, os médicos contam que alguém que convive com a pessoa em questão pode reconhecer o derrame mediante três testes simples.

1. Pedindo a ela para rir
2. Pedindo a ela para levantar os dois braços;
3. Pedindo a ela para falar uma frase simples;

Se ela tem dificuldade com um destes testes, chame imediatamente o pronto socorro e conte sobre os sintomas a quem atender o telefone.

Depois de fazer com que um grupo de voluntários não-médicos fosse capaz de identificar um problema facial, um problema nos braços ou dificuldade em falar, cientistas querem que estes os três testes sejam conhecidos pelo maior número possível de pessoas.

Eles apresentaram suas conclusões na American Stroke Association na reunião anual em fevereiro de 2004.

O uso comum destes testes pode dar oportunidade de uma diagnose imediata e um tratamento de derrame, e prevenir um prejuízo do cérebro.

Um cardiologista diz:

“Se cada um que receber este e-mail mandá-lo para mais dez pessoas, você pode apostar que, no mínimo, uma vida será salva.”
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52 Sorriso!

Sorriso!

Um sorriso não custa nada e rende muito.

Enriquece quem o recebe e não empobrece quem dá.
Dura somente um instante, mas sua recordação é quase eterna.
Ninguém é tão rico que o possa dispensar.
Ninguém é tão pobre que não o possa dar.
Cria felicidade no lar; é sustento no trabalho; sinal visível de uma amizade profunda.
Um sorriso representa repouso no cansaço; coragem no desânimo; consolo na tristeza; e alívio na angústia.
Mas é um bem que não se pode comprar, nem emprestar, nem roubar, porque só tem valor no instante que se dá.

Mas se encontrais, por acaso, alguém que recusa um esperado sorriso, sede generosos em dar o vosso, pois ninguém tanto necessita dele como aquele que não sabe dá-lo aos demais.
(autor desconhecido)
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62 Religiões no Mundo


52 Trajetória da Evolução


52 Sexto Sentido


54 Pêndulo da Emoção


66 Espírito José Grosso

José Grosso

Fonte:
http://home.arcor.de/grupo/jose/biografia_main.htm

Biografia…

Espírito de muito sentimento, muito amigo, teve muitas andanças através de vários corpos. Teve poder e muita autoridade nas mãos, principalmente, a partir da Germânia. Contudo, era místico, rígido e disciplinado.

Nessa época, José Grosso chamava-se Johannes e desencarnou por volta do ano 751. Em uma de suas encarnações foi seu irmão consangüíneo o Irmão Palminha.

José Grosso reencarnou-se novamente, na Holanda, como Adido Diplomático. Conviveu com a classe alta holandesa e com a corte de Francisco I – rei da França. Nesse período, José Grosso conquistou grandes amizades através de suas atividades diplomáticas.

Em território brasileiro, no ano de 1896, nasceu José da Silva, nos rincões áridos do Ceará, em pequeno lugarejo próximo a Crato.

Seus pais, Gerônimo e Francisca, tiveram 9 filhos. No princípio da década de 30, os rumores invadiram toda a vastidão do sofrido nordeste. Miséria, seca, sofrimentos, falta de tudo. Não mais as cortes e o mando relativo.
Época em que alguns homens se apropriavam dos bens dos ricos para distribuí-los aos pobres. Isso empolgou muito o coração de José da Silva, que em seu íntimo sonhava com uma “terra prometida”, com mais paz, saúde e alimentação adequadas para todos.
Essa turba de homens tinha como chefe Lampião. Na região de Orós, José Grosso, já adulto, integrou-se a esse grupo de anseios iguais aos seus, ou seja, ajudar aos seus semelhantes a qualquer custo. Com a convivência com o bando, José da Silva percebeu que eles extrapolavam as suas aspirações.

Percebeu que a maneira como agiam não era correta e sabendo das conseqüências desses atos, mudou seu comportamento. Não delatou o grupo às autoridades, mas passou a informar as cidades que seriam invadidas para que mulheres e crianças fossem poupadas.

Esse comportamento levou Lampião a perfurar-lhe os olhos à faca, vingando-se da traição sofrida. José da Silva perdido na mata, com infecção generalizada, desencarnou em 1936 aos 40 anos de idade, sem ter notícia alguma de seus 7 irmãos.
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60 Primeiro Jornal Espírita

72 Funções Lógicas

Se você trabalha com Funções Lógicas e Álgebra Booleana, por favor, gostaria de fazer contato para discutirmos o assunto.

Antecipadamente agradeço.
Leal
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52 Ideal

Você luta por um ideal ?

Quem se gaba de não ter inimigos
e de nunca ter tido inimizades,
é porque realmente nunca tomou posição qualquer na vida
para lutar por um ideal.

Quem luta por um direito forçosamente há de encontrar
alguém que o queira mal.

Nem por isso deixe de lutar por aquilo que lhe pareça Justo e Perfeito.
(autor desconhecido)
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72 Visual Basic 6

Visual Basic 6

Se você desenvolve programas com VB6 gostaria de conhecê-lo(a).
Peço a gentileza do seu contato.
Muito obrigado,
Leal
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52 Maldizente 01

Maldizente

Augustus procurou Sócrates e disse-lhe:
– Sócrates, preciso contar-lhe algo sobre alguém!
Você não imagina o que me contaram a respeito de…
Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
– Espere um pouco Augustus. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
– Peneiras? Que peneiras?
– Sim. A primeira, Augustus, é a da verdade. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro?
– Não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram!
– Então suas palavras já vazaram a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira: a bondade.
O que vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
– Não, Sócrates! Absolutamente, não!
– Então suas palavras vazaram, também, a segunda peneira. Vamos agora para a terceira peneira: a necessidade.
Você acha mesmo necessário contar-me esse fato, ou mesmo passá-lo adiante? Resolve alguma coisa? Ajuda alguém? Melhora alguma coisa?
– Não, Sócrates… Passando pelo crivo das três peneiras, compreendi que nada me resta do que iria contar.
E Sócrates sorrindo concluiu:
– Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, quanto você e os outros iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos. Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz!
Da próxima vez que ouvir algo, antes de ceder ao impulso de passá-lo adiante, submeta-o ao crivo das três peneiras porque:

● Pessoas sábias falam sobre idéias;
● Pessoas comuns falam sobre eventos;
● Pessoas medíocres falam sobre pessoas.
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66 Espírito Palminha

Palminha

O Espírito Palminha

Com o auxílio da mediunidade do Fábio não se materiali. zaram apenas os espíritos que se materializavam pelo Peixotinho. Outros surgiram, com personalidade absolutamente autônoma e diferente. O médium Fábio, embora não seja um triste, é pessoa de poucas palavras, sério e meditativo. Raramente se expande em brincadeiras espalhafatosas e parece até que não tem jeito para isso.

O espírito Zé Grosso já é uma personalidade bem diferente do Fábio: ligeiramente brincalhão, improvisando quadras notáveís, dando respostas surpreendentes, é um misto de intelectual e de caboclo, de poeta nordestino e de cristão primitivo. Tem a faculdade da aproximação .carinhosa e do respeito severo. Fiquei conhecendo porém, nas reuniões do Fábio, em casa do Jair, um novo espírito materializado: o Palminha.

Esse nome lhe foi colocado pela própria, assistência. Este espírito tem o hábito de sair da cabina dando gritos agudos e altos: Boa noite! Boa noite!

A saudação, embora gritada, e por isso mesmo, arranca gargalhadas gerais, e de tal modo o consegue que quando chega no meio do salão, todos os assistentes já perderam o medo (se por acaso houver alguém com medo) e estão à vontade.

O Palminha vai saudando um por um e dizendo os nomes:
– Você tá bão, Márcio?
– Você tá bão, João?
– Você tá boa, Laurita?
E assim por diante.
É uma personalidade absolutamente diferente do espírito Zé Grosso e absolutamente diferente do médium Fábio.

É fabulosamente espalhafatoso e gosta de brincar de “agarrar” os assistentes.
É uma dessas ruidosas reuniões com o Palminha que tentarei relatar, certo de que ficarei noventa e nove por cento aquém da realidade, porque por mais que eu descreva não poderei revelar o que houve de indescritível, de assombroso nessa reunião.
Os trabalhos foram abertos como de costume e diversas entidades haviam-se materializado e já se haviam retirado. Zé Grosso viera até a assistência, conversara, brincara e respondera às nossas indagações com a sua habitual sabedoria e humor.

Essa reunião fora dedicada às crianças e havia no recinto umas seis crianças, entre elas o Edgar e o Ed, filhos do Jair.

Não era propriamente uma reunião para adultos. Aliás, isto também me parece fato novíssimo nos anais espiritistas brasileiros e mundiais: reunião de materialização para as crianças. Os véus do outro mundo, as sombras terrificantes dos chamados “mistérios” caem diante dos meninos que entram em contato com as entidades do Além, aprendendo assim que o sobrenatural é naturalíssimo e que tudo é simples, sem complicação alguma. A iniciação, que era permitida nos tempos antigos somente a determinados indivíduos que se submetiam a duras provas, é, no nosso tempo, cumprindo a promessa do Cristo, oferecida às próprias crianças, e então verificamos o quanto é verdadeira a expressão do Mestre: “Deixai vir a mim as criancinhas que delas é o Reino dos Céus.”

Deixai vir a mim os que estão sem luz, que eu os iluminarei. Deixai vir a mim todos os que têm sede de justiça e de saber, porque, por intermédio dos espíritos, mensageiros da Vida

Imortal, eu lhes mostrarei que o mistério da morte é o mistério da vida e que atrás das cortinas dos túmulos medonhos se esconde a aurora gloriosa da Ressurreição dos Mortos!

Era pois, uma noite de alegria para todos. O receio, o terror, o medo, os arrepios assustadores não percorriam as espinhas de ninguém. Toda a assistência se mantinha calma, tranqüila, rindo e brincando com os espíritos sem que nisso houvesse absolutamente ofensa ou desrespeito.

Palminha entrou no recinto materializado, com a sua habitual saudação, alegre e ruidosa.
Foi em direção ao Márcio e começou a brincar com ele. Não podemos dizer ao certo o que sucedia com o Márcio, mas ouvíamos a algazarra que os dois faziam, pois que estava escuro. O Palminha no entanto parece que beliscava o Márcio, puxava-lhe o cabelo e lutava com ele. Ora o Márcio caía no chão agarrado ao Palminha, ora dava gritos estridentes como se o Palminha lhe estivesse fazendo cócegas.

Depois ó Palminha se aproximou de mim e me deu um tapa forte na cabeça sem me machucar. Agarrou-me pela mão com energia e tentou arrastar-me para o meio da sala, o que não conseguiu porque eu me agarrei à cadeira com o fim de brincar com ele, resistindo-Ihe. Como insistisse muito. levantei-me e fui com ele segurando-Ihe no pulso com uma das mãos, enquanto ele com a outra mão segurava por sua vez o meu pulso livre.

Pude sentir-lhe o físico e a estatura e posso afirmar que era bem diferente do Fábio. Sua voz, especialmente, era absolutamente diversa.
Brincamos, agarramo-nos, eu também lhe dei alguns tapas na cabeça. Finalmente, ele me conduziu no escuro e sem errar sentou-me exatamente no lugar em que eu estava e onde se encontrava minha cadeira-poltrona vazia.

Ao meu lado estava o Edgar, que devia ter uns doze anos. O Palminha começou a brincar com o Edgar. Em dado momento até, agarrou-o com ambas as mãos e elevou-o acima de sua cabeça, até quase o Edgar tocar o teto da sala. Verificamos isso pela gritaria que o Edgar fazia e porque o próprio Edgar gritava:
– Eu vou bater no teto, eu vou bater no teto!
O Edgar ria e sentia cócegas. O Palminha conduziu-o pela sala, “pintou” com ele.
O Edgar não se amedrontou e retribuiu a brincadeira, agarrando-o também com as mãos, etc. etc.

Após isso, o Palminha resolveu brincar comigo de novo. Já agora com brincadeira diferente.
Agarrou minha poltrona, que era uma dessas de fibra fabricada nas Neves. e arrastou comigo e tudo para o meio da sala.
Depois, colocando-se atrás de mim, empurrou minha poltrona em diversas direções, de maneira que eu ia “trombar” nas pessoas que estavam sentadas na sala, espremendo-as nas paredes sem contudo magoá-Ias.
Nessa hora, a algazarra era geral.
E assim o Pâlminha fez sucessivamente. Eu saí da cadeira
e ele colocou ora um ora outro assistente, realizando com todos a mesma brincadeira.

Em dado momento eu tive uma idéia e disse-Ihe:
– Palminha, eu desejava fazer uma experiência com você. Será que você não poderia ficar sentado na cadeira e eu o empurrarei?
Ele riu alto e aceitou:
– Pode sim.
Sentou-se na poltrona e eu comecei a empurrá-to em todas as direções. Notei que pesava mais ou menos como um homem normal.
Dirigi a poltrona em todas as direções reproduzindo o que ete fizera conosco.

Mas aconteceu o inesperado. Como estava escuro, eu perdia a noção de posição dentro da sala. Não sabia mais onde estavam as portas, os móveis etc. e foi nessa hora que o Palminha resolveu me fazer também um pedido:
– Ranieri, leve-me com cadeira e tudo para dentro da cabina.
Eu não sabia mais onde ficava a passagem para a cabina. E a cabina consistia apenas numa cortina que dividi e separava uma sala grande ao meio. Era a sala de jantar e uma copa ligadas por arco. A copa era a cabina e a sala o recinto para os assistente.
Encaminhei a poltrona com o Palminha, sentado numa direção, e atingi os assistentes; dirigi-me a outra, e tornei a atingir os assistentes,
e assim sucessivamente. Já estava desanimado, quando o Palminha deu uma gargalhada e disse:
– Pode deixar que eu lhe mostro onde é o caminho. Dizendo isso, levantou-se da poltrona, tomou-a nas mãos e movimentou-a no ar, colocando-a com ruído no chão em determinada direção, diferente daquela em que estava. Depois, sentou-se e disse:
– Empurre que o caminho é esse.
De fato, eu empurrei a poltrona e fomos passando através da cortina, penetrando na cabina. Lá dentro estava o médium, gemendo baixinho.
Chegando lá, o Palminha, rindo ainda, tomou-me pela mão e veio colocar-me em meu lugar de novo.

Depois disso, muitos outros fenômenos notáveis se realizaram. Mas esse chega como um fato cheio de valor. E vamos, portanto, analisar o que há de interessante nele, segundo a nossa maneira de ver.

Desejamos ser leais, sinceros, para com os homens, por isso, descrevemos a mais absoluta realidade. Esse fenômeno, esses trabalhos com o Palminha se deram em completa escuridão. Não havia sequer a lâmpada vermelha. Analisemos, contudo, as condições de veracidade do fenômeno:

1o. – o Palminha realizou conosco bricadeiras de grande intimidade. Pegamos-lhe nas faces, nos cabelos, nos braços, nas pernas. Agarramo-Io enfim. Penso eu que mesmo no escuro, se fosse o “médium fingindo de espírito” nós o reconheceríamos. Posso afirmar no entanto que não era o rosto do Fábio, nem o seu cabelo ou os seus braços e mãos. As mãos principalmente eu as tive comigo muitas vezes. Se estivesse disfarçado nós teríamos arrancado os seus disfarces porque eu pelo menos agarrei muitas vezes os seus cabelos com violência e procurei arrancar-lhe o que encontrava da mesma maneira que ele estava me pegando. Nada todavia foi arrancado.

2o. – Dando-Ihe tapas e beliscões, . apertando-o inesperadamente, sem que ele também soubesse o que iríamos fazer, arrancamos-lhe gritos e gargalhadas “espontâneos”. Seria impossível, “se ele fosse o médium fingindo de espírito”, que pelo menos em um momento desses, quando atacado onde não esperava, não se denunciasse soltando uma exclamação, um grito, uma gargalhada “na voz natural do médium”.

3o. – Quando me indicou o caminho, a mim que conhecendo a casa há cinco ou seis anos, estava perdido, certo, exato, que conduzia para a cabina e quando me trouxe de volta pela mão, deu-me a prova irrefutável de que enxergava no escuro como se fosse dia.

Esses são os argumentos que apresento. Outros mais atilados do que eu, aqui nesta mesma descrição, poderão encontrar outros argumentos ainda. Pelo que se viu, os espíritos em nosso tempo, desafiando o riso irônico da ciência humana, cada vez mais se misturam com os homens, dando-lhes provas incontestáveis da existência do mundo invisível. De que valerá aos homens negarem? Fato é fato. E esses fenômenos continuarão a realizar-se cada vez com mais intensidade. Futuramente “se realizarão nas praças públicas” e “os espíritos falarão ao povo das tribunas armadas pelas ruas”.

Lembra-nos a visita íntima e estrepitosa do Palminha a visita suave de Jesus aos discípulos, quando pediu e comeu peixe com eles. Os espíritos demonstram-nos assim que, materializados, poderão apresentar-se como se fossem homens de verdade.

Quanta alegria não deve sentir a humanidade quando sucedem em nossa época fatos dessa natureza!

No entanto, nós sabemos que a maioria das religiões que afirmam e pregam a imortalidade da alma como princípio de sua doutrina, essas mesmas. religiões que deveriam receber de braços abertos, em triunfo, a Nova da Imortalidade, fecham-se em si mesmas ou combatem o Espiritismo. temerosas talvez de perderem o governo material do mundo.

Não investigam, não procuram compreender. Sufocam os seus adeptos nas garras da ignorância. Então para que afirmam elas que a alma é imortal? Seria melhor que riscassem de sua páginas essa proposição, porquanto no momento em que a alma humana, voltando das galerias da morte, aparece em todo o esplendor para provar que o que essas religiões preconizam é a verdade, elas se limitam a rir e a combater.

Isso também de nada valerá. Quanto mais tempo persistirem em negar, maior será a sua derrocada. No dia em que a humanidade em massa aceitar os fenômenos mediúnicos como verdadeiros, até o que essas religiões tiverem de bom será recusado. Os homens compreenderão durante quanto tempo foram enganados por aqueles que se dizendo representantes do Cristo não têm sido mais que representantes de si mesmos, dos seus interesses inferiores e das suas paixões.

Aí então haverá o ranger de dentes. Os negadores compreenderão também que durante milênios enganaram-se a si mesmos e que todo o ouro do mundo não bastará para compensar o seu sofrimento.

Lembrar-se-ão de Jesus quando disse aquelas palavras de fogo:
– “De que vale a um homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”
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52 Ansiedade

Ansiedade

Devemos ter coragem de mudar
o que pode ser mudado,

A tolerância para aceitar o que
não pode ser mudado, e,

A sabedoria para distinguir
as duas situações.

Diga NÃO à ansiedade!!!
Diga SIM à Serenidade!

Vide também:
http://www.psiqweb.med.br/farmaco/ansiol.html – ansiolíticos
http://www.psicosite.com.br/tra/ans/ansgeneralizada.htm
http://www.amban.org.br/
http://www.psicoinfo.com.br/ans.shtml
http://www.jornalexpress.com.br/noticias/detalhes.php?id_jornal=6191&id_noticia=129
http://www.nossasaude.com/ansiedade.html
http://www.emedix.com.br/artigos/psi003_1f_ansiedade.shtml
http://www.ansiedade.com.br/eu_e_o_sexo.html
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