52 Blog´s Introduction

Blog´s Introduction

This blog is forwarded to people interested in the “spirit matter” reality.
Science has already explained some of the Mother Nature´s phenomena, but there are a great amount of aspects that hasn´t been neither understood nor accepted by our regular schools in Earth planet.

It´s known that several scientists had already studied metaphysics and they are already looking for answers to some inexplicable phenomena such as:
*) extra-sensorial perception;
*) forewarning;
*) Healing capacity through hands laying on;
*) bilocation;
*) communication with spirits;
*) psychography;
*) psychophony;
*) reincarnation.

Certainly other phenomena, not less puzzled, could be added in this list.
One of the segments that has studied these topics since 1850 approximately, has been Spiritualism. There are other researches on other areas such as religions, and therefore had other axioms. Humanity has been looking for answers through religion and science since early ages. Both can explain such pheonomena through different ways, since it´s not always possible to detect, to measure and to weigh.

Accepting dogmas could mean an obstruction to the reason, however it´s not always that reason can explain explicit facts of human life. We need to be alert and able to widen the perception.

I believe that humanity will obtain the answer that has been craving for in its due time, because I understand that each milimiter of evolution must be conquered.
As Mother Nature, which teachs everything and does not take a leap, we will only obtain the answers for the phenomena as time goes by, living necessary and important steps for the learning process and knowledge absorption for the good sake of the humanity itself.

I count on your participation exchanging knowledges.

Beforehand I thank you for your contribution.
In this opportunity I would like to wish you
Physical Health;
Mind Health and
Spiritual Health,
Hope that your way is always brighten.
Affectionately

Eudison de Paula Leal
Learner in all instances of life
Taubaté-SP-Brazil
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52 Universo Setenário

Escolástica Hindu: O Universo é Setenário

7 Cores fundamentais do espectro solar e da cromosofia do mundo material
7 As principais notas da música terrena
7 Os dias da semana e cada período lunar
7 Pecados capitais
7 Virtudes principais
7 Planetas Astrológicos
7 Esferas ocultas que se agrupam em torno da Terra, pois o espírito do homem só se libera depois que atinge o sétimo céu
7 Foram sete os sábios da Grécia e as maravilhas do mundo!
7 Os sentidos físicos da raça humana no fim do seu ciclo planetário de educação física
7 As raças-mães de cada orbe e já vos encontrais na quinta raça-mãe.
7 Jacob, em sonhos, viu os anjos subindo e descendo os sete degraus da escada evolutiva espiritual
7 O Apocalipse de João é pródigo em: sete selos, sete anjos, sete céus; sete castiçais!
7 A criança é considerada inocente até aos sete anos, em cuja idade o espírito então integra-se definitivamente no corpo físico
7 A puberdade no menino ou menina chega aos quatorze anos, isto é, duas vezes sete, em cuja época solidifica-se no homem o corpo astral da emoção ou dos desejos
7 A maioridade ou emancipação só se faz aos 21 anos ou três vezes sete, quando o homem já tem “juízo”, pois, realmente, em tal fase fica de posse consciente do e mental, passando a raciocinar dali por diante sob sua inteira responsabilidade espiritual
7 Ensina-nos a Ciência Transcendental que o duplo-etérico possui sete Chacra ou centro de forças etéricas, os quais correspondem às sete regiões principais do corpo físico e do perispírito do homem
7 Prâna ou Vitalidade que alimenta esses Chacra também é uma síntese de sete cores, que atestam um tipo de vibração ou variedade de cada zona corporal humana.
7 O próprio Prâna está colocado entre os sete Elementos, que correspondem às sete regiões, ou sete invólucros do Universo

Fonte, livro: Elucidações do Alem – Ramatís
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52 A Outra Face

Ofereça a Outra Face
(autor desconhecido)
(colaboração: Edna Sbrissa)
Quando falou que se alguém nos batesse numa face, deveríamos oferecer a outra, Jesus expressou um grandioso ensinamento que, se levado em conta, teríamos a solução para todas as situações desagradáveis que surgissem em nossa vida.
Oferecer a outra face não quer dizer dar o rosto para bater. É uma metáfora que sugere que se a situação nos chega de forma desagradável, devemos mostrar a face oposta.
Dar a outra face é mudar a paisagem, é uma ação positiva diante de uma negativa.
Assim, quando todos atiram pedras, ofereça uma flor.
Quando todos caminham para o lado errado, mostre o passo certo.
Se tudo estiver escuro, se nada puder ser visto, acenda você uma luz, ilumine as trevas com uma pequena lâmpada.
Quando todos estiverem chorando, dê o primeiro sorriso; não com lábios sorridentes, mas com um coração que compreenda, com braços que confortem.
Quando ninguém souber coisa alguma, e você souber um pouquinho, ensine, começando por aprender, corrigindo-se a si mesmo.
Quando alguém estiver angustiado, mostre-lhe a face do conforto.
Se encontrar alguém em desespero, acene com a esperança, mesmo que isso seja um desafio para você mesmo.
Quando a terra dos corações estiver seca, que sua mão possa regá-las.
Quando a flor do afeto estiver sufocada pelos espinhos da incompreensão, que sua mão saiba arrancar a praga, afagar a pétala, acariciar a flor.
Onde haja portas fechadas para o entendimento, leve a chave da concórdia e da compreensão.
Onde o vento sopra, frio, enregelando corações, que o calor de sua alma seja proteção e abrigo.
Se alguém caminha sem rumo, mostre-lhe as pegadas que conduzem a um porto seguro.
Onde a crítica azeda for o assunto principal, ofereça uma palavra de otimismo, um raio de esperança, uma luz que rompe as trevas e clareia o ambiente mental.
Quando todos parecerem perdidos, mostre o caminho de volta.
Quando a face da solidão se mostrar como única alternativa na vida de alguém, seja uma presença que conforta, ainda que uma presença silenciosa.
Seja você a oferecer a face sorridente e otimista da vida, onde a tristeza e o pessimismo marcam presença.
……………….
Num dia, que não vai muito distante, um homem especial nasceu na região da úmbria, na Itália.
Ele ficou conhecido como Francisco de Assis, pois foi em Assis que ele nasceu.
Aquele homem singular sabia o que Jesus pretendeu dizer quando falou sobre oferecer a outra face.
Sua vida foi um hino de paz, e sua oração ficou imortalizada nas páginas da história, como a oração de Francisco de Assis.
Ele pede ao senhor:
“faze de mim um instrumento da tua paz”.
“Onde houver ódio, faze que eu leve o amor”.
“Onde houver ofensa, que eu leve o perdão”.
“Onde houver discórdia, que eu leve a união”.
“Onde houver dúvidas, que eu leve a fé”.
“Onde houver erros, que eu leve a verdade”.
“Onde houver desespero, que eu leve a esperança”.
“Onde houver tristeza, que eu leve a alegria”.
“Onde houver trevas, que eu leve a luz.”
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“A maior descoberta de minha geração é que qualquer ser humano pode mudar de vida, mudando de atitude.”
(William James)
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52 Milho de Pipoca

Milho de Pipoca

Milho de pipoca que não passa pelo fogo
continua a ser milho para sempre.

Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa.
Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.

Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.

Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.

Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui.
Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si.

Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela.

A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece:

BUM!

E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.

Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar.
Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura.
No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira.

Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva.
Não vão dar alegria para ninguém.

Extraído do livro “O amor que acende a lua” de Rubem Alves
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52 Medo 02

Medo

Fonte:
http://www.vidamedica.com.br/cgi-bin/vm.pl?hn_165

Cientistas dizem ter descoberto como vencer o medo.

A descoberta da área, chamada “amídala cerebelar”, poderia ajudar os médicos a tratar fobias, segundo os pesquisadores da New York University.

A doutora Elizabeth Phelps, da Universidade de Nova York, utilizou ressonância magnética para simular o que acontece com o cérebro quando os medos “são esquecidos”.

Existem muitas pesquisas sobre como os medos surgem ou podem ser tratados, mas poucos estudos sobre como eles desaparecem.

Os pesquisadores ensinaram os voluntários a associar a imagem de um quadrado colorido com um choque elétrico leve.

Isso criaria um medo condicional, como uma fobia, no qual a visão do quadrado produziria uma leve ansiedade.

Os pesquisadores então reverteram esse medo ao apresentar o mesmo quadrado, mas com voltagens cada vez menores, até suspenderem totalmente os choques.

Examinando as fotografias do cérebro, eles perceberam que a “amídala cerebelar” estava ativa quando o medo estava sendo incutido e também quando ele foi “apagado”.

No processo de “desaprendizagem”, outra parte do cérebro também foi acionada, o chamado córtex ventral medial prefrontal.

“Certas drogas influenciam as substâncias utilizadas no processo de desaprendizagem em animais. Como humanos, sabemos como reagir a certas situações”, diz ela.

A questão é: como regulamos esse processo?”
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