Relacionamentos

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Relacionamentos
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Casa do Caminho – Pindamonhangaba-SP
Dirigentes: Morel e Gigi
Tel: 12-3645-4748
Palestra Pública Mensal
Realizada em: 28abr2011
Tema: Relacionamentos
Expositor: Leal
Música: Benedito Adilson da Silva
Cel: 12-8141-4090
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Ao publicar esta informação aproveito para agradecer à direção da Casa do Caminho e a todos que trabalharam para que o evento acontecesse.
Trabalho de equipe.

Agradeço, uma vez mais a música!
Adilson, seja sempre Abençoado!

O roteiro da apresentação do tema proposto está contido em 42 transparências (slides).
O arquivo PDF completo pode ser baixado. Click aqui.

Muito obrigado pela oportunidade que me foi concedida.
Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
sinapseslinks@gmail.com
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Dia da Educação

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Dia da Educação
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O IBGE realiza várias pesquisas que levantam dados sobre a educação no Brasil, sendo a maior delas o Censo Demográfico. O último censo foi em 2000 e trouxe informações sobre analfabetismo, anos de estudo, freqüência escolar e redes de ensino, com distribuição de acordo com idade, estados, regiões do Brasil e sexo, entre outros dados.

O mundo moderno exige das pessoas uma preparação cada vez melhor para o exercício de suas tarefas. Ler e escrever, além de serem formas de se comunicar com o mundo, são atividades básicas para o desempenho de muitas outras funções.
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É cada vez mais evidente a percepção de que o futuro passa pela Educação.
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Educação: a principal riqueza de um país.
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XXV Encontro da Família

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Palavras de Kardec

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Obrigado Senhor!

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Jerusalém 360 graus

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Jerusalém 360 graus
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Assista ao vídeo. Click aqui.
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Colaboração:
Rosângela do Amaral Cardoso
São Paulo-SP
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Palavras de Kardec

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Relógio do Coração

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Relógio do Coração

“Tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de abraçar e tempo de afastar-se; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz.” (Eclesiastes)
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Há tempos em nossa vida que contam de forma diferente.

Há semanas que duraram anos, como há anos que não contaram um dia.

Há paixões que foram eternas, como há amigos que passaram céleres, apesar do calendário nos mostrar que ficaram por anos em nossas agendas.

Há amores não realizados que deixaram olhares de meses, e beijos não dados que até hoje esperam o desfecho.

Há trabalhos que nos tomaram décadas de nosso tempo na Terra, mas que nossa memória insiste em contá-los como semanas.

E há casamentos que, ao olhar para trás, mal preenchem os feriados da folhinha.

Há tristezas que nos paralisaram por meses, mas que hoje, passados os dias difíceis, mal guardamos lembrança de horas.

Há eventos que marcaram, e que duram para sempre o nascimento do filho, a morte da avó, a viagem inesquecível, o êxtase do sonho realizado.

Estes têm a duração que nos ensina o significado da palavra “eternidade”.

Já viajei para a mesma cidade uma centena de vezes, e na maioria das vezes o tempo transcorrido foi o mesmo.

Mas conforme meu espírito, houve viagem que não teve fim até hoje, como há percurso que nem me lembro de ter feito, tão feliz estava eu na ocasião.

O relógio do coração hoje descubro, bate noutra freqüência daquele que carrego no pulso.

Marca um tempo diferente, de emoções que perduram e que mostram o verdadeiro tempo da gente.

Por este relógio, velhice é coisa de quem não conseguiu esticar o tempo que temos no mundo.

É olhar as rugas e não perceber a maturidade.

É pensar antes naquilo que não foi feito, ao invés de se alegrar e sorrir com as lembranças do que viveu.

Pense nisso.

E consulte sempre o relógio do coração: ele lhe mostrará o verdadeiro tempo do mundo.

O tempo

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado…
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas…
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo…

E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.

A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

Mario Quintana.

“O presente é a sombra que se move separando o ontem do amanhã.
Nele repousa a esperança.” (Frank Lloyd Wright)

“O tempo foi algo que inventaram para que as não acontecessem todas de uma vez.”
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Colaboração:
Dalva Nunes
Brasília-DF
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Palavras de Kardec

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Camelos também choram

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Camelos também choram
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Primavera no deserto de Gobi, sul da Mongólia.
Uma família de pastores nômades assiste ao nascimento de filhotes de camelo.

A rotina é quebrada com o parto difícil de um dos camelinhos albinos.
A mãe, então, o rejeita.

O filho ali, branquinho, mal se sustentando sobre as pernas, querendo mamar e ela fugindo, dando patadas e indo acariciar outro filhote, enquanto o rejeitado geme e segue inutilmente a mãe na seca paisagem.

A família mongol e vizinhos tentam forçar a mãe camela a alimentar o filho. Em vão.

Só há uma solução, diz alguém da família. Mandar chamar o músico.E o milagre começou musicalmente a acontecer.

Dois meninos montam agilmente seus camelos, numa aventura até uma vila próxima, tentando encontrar o músico.

É uma vila pobre, mas já com coisas da modernidade, motos, televisão, e, na escola de música, dentro daquele deserto, jovens tocam instrumentos e dançam, como se a arte brotasse lindamente das pedras.

O professor de música, qual um médico de aldeia chamado para uma emergência, viaja com seu instrumento de arco e cordas para tentar resolver a questão da rejeição materna.

Chega. E ali no descampado, primeiro coloca o instrumento com uma bela fita azul sobre o dorso da mãe camela. A família mongol assiste à cena.

Um vento suave começa a tanger as cordas do instrumento. A natureza por si mesma harpeja sua harmônica sabedoria. A camela percebe. Todos os camelos percebem uma música reordenando suavemente os sentidos.

Erguem a cabeça, aguçam os ouvidos e esperam. A seguir, o músico retoma seu instrumento e começa a tocá-lo. A dona da camela afaga o animal e canta.

E, enquanto cordas e voz soam, a mãe camela começa a acolher o filhote, empurrando-o docemente para suas tetas. E o filhote, antes rejeitado e infeliz, vem e mama, mama, desesperadamente feliz.
Enquanto se alimenta e a música continua, acontece então um fato impressionante.

Lágrimas desbordam umas após outras dos olhos da mãe camela, dando sinais de que a natureza se reencontrou a si mesma, a rejeição foi superada, o afeto reuniu num todo amoroso os apartados elementos.
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Nós, humanos, na plateia, olhamos estarrecidos. Maravilhados. Os mongóis em cena constatam apenas mais um exercício de sua milenar sabedoria.

E nós, que perdemos o contato com o micro e o macrocosmos, ficamos pasmos com nossa ignorância de coisas tão simples e essenciais.

Os antigos falavam da terapêutica musical. Casos de instrumentos que abrandavam a fúria, curavam a surdez, a hipocondria e saravam até a mania de perseguição.

O pensamento místico hindu dizia que a vida se consubstancia no Universo com o primeiro som audível – um ré bemol – e que a palavra só surgiria mais tarde.
E nós, da era da tecnologia, da comunicação instantânea, dos avanços científicos jamais sonhados… E nós? O que sabemos dessas coisas?

Coisas que os camelos já sabem, que os mongóis já vivem. Coisas dos sentimentos, coisas do coração. O que sabemos nós?
Será que sabíamos que os camelos também choram?
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Redação do Momento Espírita com base em crônica de
Affonso Romano de Sant´anna, encontrada no
http://acaodopensamento.blogspot.com.
Em 25.04.2011
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Colaboração:
Nelson Binotto de Paula
Taubaté-SP
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Palestra Pública Mensal, abril e maio

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Palestra do dia 28 de abril de 2011.
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Palestra do dia 26 de maio de 2011.
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Eu, Tu, Ele

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Relacionamentos: Eu, Tu, Ele
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EU
COMO EU ME RELACIONO,SE É QUE ME RELACIONO
QUAL A MINHA POSTURA PARA ME RELACIONAR E AO ME RELACIONAR
MEU RELACIONAMENTO…SOMA? OU DIVIDE E SEPARA.
E A MINHA HUMILDADE/TOLERÂNCIA/ACEITAÇÃO E CUIDADO VEM JUNTO?

TU
EXISTE ACEITAÇÃO?
VOCÊ QUER SE RELACIONAR COMIGO…EU QUERO ME RELACIONAR CONTIGO?
QUAL DE NÓS SERÁ RESPONSÁVEL PARA CUIDAR DA SAÚDE DA NOSSA RELAÇÃO.
NÓS SABEMOS QUE É DE AMBOS?
“O DESTINO COLOCA AS PESSOAS EM NOSSAS VIDAS E NÓS DECIDIMOS QUEM FICA.”

ELE
ESTÁ ABERTO PARA TODO E QUALQUER RELACIONAMENTO…
MAS NÓS QUEREMOS, QUANDO NECESSITAMOS “NINGUÉM VÊ BEM A DEUS SENÃO ATRAVÉS DE LAGRIMAS”
E A NOSSA FÉ…QUAL É O TAMANHO DELA?
NÓS ACREDITAMOS NOS VALORES DE NOSSOS IRMÃOS ?
RESPEITAMOS?
CRENÇAS E LIMITAÇÕES?
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Autor:
Dr. Nelson Binotto de Paula
Taubaté-SP
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Dê sua opinião, escreva-me:
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
sinapseslinks@gmail.com
Muito obrigado.
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Palavras de Kardec

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Palavras de Kardec

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SinapsesLinks: eu e você

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Deborah 9 anos!

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Relacionamentos: você e Deus

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Relacionamentos: você e Deus!
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Pense: dá para ser diferente?
Aguardo sua manifestação.
Muito obrigado.
Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
sinapseslinks@gmail.com
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Páscoa, Erda Nemitz

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Páscoa!
Queridos amigos,

com a casa cheia, toda a família reunida, fica difícil mandar mensagens individuais. Mas desejo de coração a todos uma feliz Páscoa junto com os queridos entes familiares.

Grande abraço,
Erda e Werner
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Liebe Freunde,

habe das Haus voll, die gesamte Familie ist hier, so ist es mir nicht moeglich, jeden persoenlich zu schreiben. Ich wuensche jedoch aus ganzen Herzen allen eie wunderschoenes Osterfert mit den lieben Familienangehoerigen.

Herzliche Gruesse,
Erda und Werner
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Autora: Erda Nemitz
Holambra-SP
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Páscoa, Clycia Leal

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Morel, 25567 dias vividos!

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