A Língua!

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DOMINAR E FALAR
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Religião dos Espíritos. Lição nº 86. Página 243.
Reunião pública de 04/12/1959.

Dominas o fogo, escravizando-o à lide caseira.
Burilas a pedra, arrancando-lhe obras-primas.
Conquistas os metais, neles plasmando complicadas expressões de serviço.
Amansas os animais ferozes, deles fazendo cooperadores na economia doméstica.
Disciplinas o vapor e o combustível, anulando as distâncias.
Diriges tratores pesados, transfigurando a face da gleba.
Submetes a eletricidade, e glorificas a civilização.
Retiras o veneno de serpentes temíveis, fabricando remédios.
Senhoreias a energia nuclear e começas a alterar, com ela, a fisionomia do mundo.
Controlas a velocidade, e inicias vigorosa excursão, para além do Planeta.
Entretanto, ai de nós!…
Todos trazemos leve músculo selvagem, muito distante da educação.
Com ele, forjamos guerras.
Libertamos instintos inferiores.
Destruímos lares.
Empesteamos vidas alheias.
Envilecemos o caminho dos outros.
Corrompemos o próximo.
Revolvemos o lixo moral da Terra.
Veiculamos o pessimismo.
Criamos infinitos problemas.
Injuriamos.
Criticamos.
Caluniamos.
Deprimimos.
Esse órgão minúsculo é a língua – lâmina pequenina, embainhada na boca.
Instrumento sublime, feito para louvar e instruir, ajudar e incentivar o bem, quantas vezes nos valemos dela para censurar e vergastar, perturbar e ferir!…
Governemo-la, pois, transformando-a em leme de paz e amor, no barco de nossas vidas!
E, alicerçados nas lições do Evangelho, roguemos a Deus nos inspire sempre a dizer isso ou aquilo como o próprio Jesus desejaria ter dito.
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Colaborador:
Antônio Sávio de Resende – Tonhão
email’s: asavio921@uol.com.br; asavio@uaivip.com.br; asavio.fcvv@gmail.com; asavio13@uol.com.br;
“Tão logo apareçam, corrijamos os nossos erros considerados pequeninos, porque, sem isso, dia virá em que passaremos a aceitar os nossos grandes erros como se fossem pequeninos. “Emmanuel & Chico Xavier. Lição nº 13; Livro: Agora é o tempo.
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A TERRA – NOSSA ESCOLA


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A TERRA – NOSSA ESCOLA
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Família. Lição nº 22. Página 138.

Contempla a beleza da Terra – a nossa Escola – para que o pessimismo não te obscureça a estrada, anulando-te o tempo na regeneração do destino.
Não será fazer lirismo inoperante, mas sim descerrar os olhos no painel das realidades objetivas.
Pensa no Sol que é luz infatigável;
No céu a constelar-se em turbilhões de estrelas, novas pátrias de luz exaltando a esperança;
Na fonte que se entrega, mitigando-te a sede;
Na árvore generosa a proteger-te os passos;
Na semente minúscula abrindo-se em flor e pão;
No lar aconchegante a guardar-te, promissor…
Tudo no altar da natureza é prazer de auxiliar e privilégio de servir.
Entretanto, muitas vezes, trazemos em nós próprios, tristeza e crueldade por tóxicos do caminho…
E renascentes de ontem cujos minutos gastamos na edificação do próprio infortúnio, temos o coração qual vaso de fel, aniquilando em nós as bênçãos da alegria.
Não podemos negar a condição de espíritos prisioneiros, quando se nos desdobra a experiência no corpo físico, entretanto, é nessa segregação oportuna que recapitulamos as nossas lições perdidas.
É na veste física que tornamos ao adversário do pretérito, à afeição mal vivida e ao obstáculo que se fez resultado de nossa própria incúria.
Não há mal na Terra, senão em nós mesmos – mãe de nossa rebeldia multimilenária diante da Eterna Lei, do Amor – gerando os males que nos marcam a imprevidência.
Descerremos as portas da alma à luz da grande compreensão e, buscando aprender com os recursos do mundo, que nos amparam em nome da Divina Providência, reajustemo-nos no amor que entende e socorre, abençoa e serve sempre, na certeza de que, refletindo em nós os Propósitos Divinos, encontraremos, desde agora, nas complexidades e nevoeiros do mundo, a preciosa trilha de acesso ao Eterno Bem.
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Colaborador:
Antônio Sávio de Resende – Tonhão
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“… Um prato de sopa, em nome do Mestre, vale mais que centenas de palavras vazias, quando as palavras estão realmente vazias de compreensão e de amor. Entreguemos ao Senhor as lutas estéreis a que somos tantas vezes provocados e prossigamos, com Ele, no trabalho edificante do bem… ” Bezerra de Menezes & Chico Xavier. Lição 13: Trabalhando. Livro: Cura.
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Perdão


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VANTAGENS do PERDÃO
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Aulas da Vida. Lição nº 16. Página 58.

“Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas também vosso Pai Celestial vos perdoará a vós…” Jesus (Mateus, 6:14.)

Quando Jesus nos exortou ao perdão não nos induzia exclusivamente ao aprimoramento moral, mas também ao reconforto íntimo, a fim de que possamos trabalhar e servir, livremente, na construção da própria felicidade.
Registremos alguns dos efeitos imediatos do perdão nas ocorrências da vida prática.
Através dele, ser-nos-á possível promover a extinção do mal, interpretando-se o mal por fruto de ignorância ou manifestação de enfermidade da mente; impediremos a formação de inimigos que poderiam surgir e aborrecer-nos indefinidamente, alentados por nossa aspereza ou intolerância; liberar-nos-emos de qualquer perturbação no tocante a ressentimento; imunizaremos o campo sentimental dos entes queridos contra emoções, idéias, palavras ou atitudes suscetíveis de marginalizá-los, por nossa causa, nos despenhadeiros da culpa; defenderemos a tarefa sob nossa responsabilidade, sustentando-a a cavaleiro de intromissões que, a pretexto de auxiliar-nos, viessem arrasar o trabalho que mais amamos; impeliremos o agressor a refletir seriamente na impropriedade da violência; e adquiriremos a simpatia de quantos nos observem, levando-os a admitir a existência da fraternidade, em cujo poder dizemos acreditar.
Quantos perdoem golpes e injúrias, agravos e perseguições apagam incêndios de ódio ou extinguem focos de delinquência no próprio nascedouro, amparando legiões de criaturas contra o desequilíbrio e resguardando a si mesmos contra a influência das trevas.
Perdão pode ser comparado à luz que o ofendido acende no caminho do ofensor.
Por isso mesmo, perdoar, em qualquer situação, será sempre colaborar na vitória do amor, em apoio de nossa própria libertação para a vida imperecível.
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“… Um prato de sopa, em nome do Mestre, vale mais que centenas de palavras vazias, quando as palavras estão realmente vazias de compreensão e de amor. Entreguemos ao Senhor as lutas estéreis a que somos tantas vezes provocados e prossigamos, com Ele, no trabalho edificante do bem… ” Bezerra de Menezes & Chico Xavier. Lição 13: Trabalhando. Livro: Cura.
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Virtude


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VIRTUDE
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Correio Fraterno. Lição nº 56. Página 129.

Virtude, quanto acontece à pedra preciosa lapidada, não surgirá no mostruário de nossas realizações sem burilamento e sem sacrifício.
Se desejamos construí-la, em nossos corações, é imprescindível não nos acovardemos diante das oportunidades que o mundo nos oferece.

Sem resistência deliberada ao desespero, não entesouraremos a paciência.
Sem controle do temperamento impulsivo, não alcançaremos a serenidade.
Sem vitória sobre os reptis da dúvida ou da suspeita, em nosso campo íntimo, não edificaremos a fé.
Sem renúncia não experimentaremos o amor puro.
Sem gentileza não asilaremos a bondade.
Sem o silêncio bem vivido, não atingiremos a harmonia mental.
Sem espírito de serviço, em favor dos semelhantes, não criaremos os valores da simpatia.
Sem firmeza em nossas atitudes, não chegaremos ao conhecimento da verdade.
Sem atenção para com a nossa própria consciência, não acenderemos a luz do respeito em torno de nós.
Sem tolerância à frente da calúnia, não alcançaremos a fortaleza.
Sem boa vontade, inutilmente apelaremos para o entendimento e para a união.

Recordemos que o Trabalho e a Luta são os escultores de Deus, criando em nós as obras primas da vida.
Quem pretende, porém, a fuga e o repouso indébitos, certamente desistirá, por tempo indefinido, do esforço de aprimoramento, transformando-se em sombra entre as sombras da estagnação e da morte.
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“Impressões negativas? não precisas dizê-las; Anotando defeitos, procura as qualidades; Com motivos de queixa, não reclames, espera; Críticas sem proveito destacam-te o perfil; Encontramos nos outros o que temos em nós; Só vemos o que temos, isso é da Lei de Deus”. Emmanuel & Chico Xavier. Lição 14: Reflexos. Livro: Caminhos.
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DIANTE DOS PIONEIROS

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DIANTE DOS PIONEIROS
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Nascer & Renascer. Lição nº 21. Página 99.

Recorda os sacrifícios dos pioneiros do progresso que te precederam na jornada humana, para que avances na Terra sem a cegueira da ingratidão.
Lembra as mãos anônimas que te ergueram o lar, os braços que te embalaram o berço e as vozes amigas que te ensinaram a mover os lábios no idioma do entendimento.
Não olvides aqueles que choraram e sofreram, lavrando o solo em que ingeriste a primeira bênção do pão e nem te esqueças de quantos se viram mutilados no trabalho para que o conforto e a higiene te sustentassem o corpo.
Não relegues à indiferença os que se viram supliciados para que tivesses a ordem legal, garantindo-te a segurança, e os que morreram nos cárceres, muitas vezes, caluniados e traídos, para que a liberdade te abençoe a existência.
Consagra na memória um altar de referência para com aqueles que te doaram os tesouros da educação, a fim de que o aprendizado na terra se te faça caminho para a Espiritualidade Superior.
Usufrutuário do campo em que fostes acolhido pela bondade e pela esperança dos que te viram nascer, recolheste deles a experiência que o sofrimento lhes outorgou, reclamando-te também suor e boa vontade no mundo, para que a vida no mundo se faça melhor.
Não te percas nos labirintos da indagação sem proveito, perguntando se a crueldade é hoje maior que a de ontem no caminho das criaturas.
Cede à Terra o melhor de ti, no serviço desinteressado e constante para que o bem prevaleça, iniciando na própria alma a obra redentora do amor que a tudo abrange, e, em voltando amanhã à grande escola da experiência humana, encontrá-la-ás mais nobre e bela convertida, com a parcela de teu esforço, em antecâmara para a Vida nos Céus.
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“No relacionamento com os outros, observa o que fazes; busquemos agir agora de tal modo que não venhamos a sentir qualquer arrependimento depois; o bem aos outros seja nossa diretriz; lembra-te, em matéria de atitudes a vida não fornece cópias para revisão. ” Emmanuel & Chico Xavier. Lição: Agora é o tempo.
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EXTINÇÃO DO MAL


EXTINÇÃO DO MAL
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Pelo Espírito Bezerra de Menezes. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Brilhe Vossa Luz. Lição nº 21. Página 69.

Na didática de Deus, o mal não é recebido com a ênfase que caracteriza muita gente na Terra, quando se propõe a combatê-lo.
Por isso, a condenação não entra em linha de conta nas manifestações da Misericórdia Divina.
Nada de anátemas, gritos, baldões ou pragas.
A Lei de Deus determina, em qualquer parte, seja o mal destruído não pela violência, mas pela força pacífica e edificante do bem.
A propósito, meditemos.
O Senhor corrige:
A ignorância: com a instrução;
O ódio: com o amor;
A necessidade: com o socorro;
O desequilíbrio: com o reajuste;
A ferida: com o bálsamo;
A dor: com o sedativo;
A doença: com o remédio;
A sombra: com a luz;
A fome: com o alimento;
O fogo: com a água;
A ofensa: com o perdão;
O desânimo: com a esperança;
A maldição: com a benção.
Somente nós, as criaturas humanas por vezes, acreditamos que um golpe seja capaz de sanar outro golpe.
Simples ilusão.
O mal não suprime o mal.
Em razão disso, Jesus nos recomenda amar os inimigos e nos adverte de que a única energia suscetível de remover o mal e extingui-lo é e será sempre a força suprema do bem.
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Antônio Sávio de Resende – Tonhão
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“Enquanto cultivarmos melindres e ressentimentos; enquanto não pudermos aceitar os próprios adversários na condição de filhos de Deus e irmãos nossos, tão dignos de amparo quanto nós mesmos; enquanto sonegarmos serviço fraterno aos que ainda não nos estimem; e enquanto nos irritarmos inutilmente, a felicidade para nós é impossível”. Emmanuel & Chico Xavier. Lição: Problema Nosso. Livro de Respostas.
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ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL

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ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL
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Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Mãos Marcadas. Lição nº 36. Página 135.

Qual sucede no plano dos companheiros, ainda jungidos à veste física, também nós, os desencarnados, sofremos o desafio de rudes problemas que nos são endereçados da Terra, ansiando vê-los definitivamente solucionadas, entretanto é preciso conformar as próprias deliberações aos impositivos da vida.
Entendimento não é construção que se levante de afogadilho e a morte do corpo denso não marmoriza as fibras da alma.

Muitas vezes, trememos diante dos perigos que nos desdobram à frente de seres amados e outro recurso não identificamos para sossegar-nos a alma senão a prece que nos induz à aceitação da Eterna Sabedoria.
Afligimo-nos, perante filhos queridos, engodados por terríveis enganos e tudo daríamos de nós, para que se harmonizassem com a realidade, sem perda de tempo, mas é forçoso respeitar-lhes o livre arbítrio e contar com o benefício do desencanto, a fim de que a experiência se lhes amadureça, no âmago do ser, por fruto precioso de segurança.

Partilhamos a dor de enfermos estremecidos que nos envolvem o pensamento nas vibrações atormentadas dos rogos com que nos aguardam a intervenção e renunciaríamos de pronto, a tudo o que significasse nossa própria alegria para rearticular lhes a saúde terrestre, entretanto, cabe-nos a obrigação de acalentar-lhes a coragem no sofrimento inevitável às vitórias morais deles mesmos.

Acompanhamos as provas de amigos inolvidáveis que se arrastam em asfixiantes peregrinações no mundo, e, jubilosos, tomar-lhes-íamos o lugar sob as cruzes que carregam, mas é necessário fortalecer-lhes o ânimo, para que não desfaleçam na luta, único meio que lhes garantirá o próprio resgate para a grande libertação.

Seguimos o curso de acontecimentos desagradáveis, entre irmãos que nos partilham ideais e tarefas, entendendo que qualquer sacrifício justo ser-nos-ia uma benção para furtá-los aos conflitos que lhes ferem a sensibilidade, contudo, é imperioso, de nossa parte, sustentar-lhes as forças, na travessia das crises menores que lhes vergastam o coração no presente, para que se lhes ilumine o aprendizado e se lhes acorde mais vivamente o senso de responsabilidade no dever a cumprir, evitando-se calamidades maiores que cairiam, de futuro, por agentes arrasadores, nas construções espirituais deles próprios.
Todos somos de Deus e pertencemo-nos uns aos outros, no entanto, cada qual de nós estagia mentalmente em sítio diverso da evolução.

Por esse motivo, nas dificuldades e lutas que nos são próprias, suplicamos à Infinita Bondade concessões disso ou daquilo, mas só a Infinita Bondade conhece realmente o que necessitamos daquilo ou disso.

Condicionemos, assim, os próprios desejos à Divina Orientação que dirige o Universo em Divino Silêncio, porque foi ao reconhecer-nos por enquanto incapazes de querer e saber, acertadamente, o que mais nos convenha à verdadeira felicidade, é que Jesus nos ensinou a sentir e dizer na oração, diante do Pai: – ”Seja feita a vossa vontade, tanto na Terra, quanto nos Céus…”
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Antônio Sávio de Resende – Tonhão
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“Enquanto cultivarmos melindres e ressentimentos; enquanto não pudermos aceitar os próprios adversários na condição de filhos de Deus e irmãos nossos, tão dignos de amparo quanto nós mesmos; enquanto sonegarmos serviço fraterno aos que ainda não nos estimem; e enquanto nos irritarmos inutilmente, a felicidade para nós é impossível”. Emmanuel & Chico Xavier. Lição: Problema Nosso. Livro de Respostas.
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PASSANDO PELA TERRA

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PASSANDO PELA TERRA
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Calma. Lição nº 02. Página 19.

Sempre útil não te esqueceres de que te encontras em Estágio Educativo na Terra.
Jornadeando nas trilhas da evolução, não é o tempo que passa por ti, mas, inversamente, és a criatura que passa pelo tempo.
Conserva a esperança em teus apetrechos de viagem.
Caminha trabalhando e fazendo o bem que puderes.
Aceita os companheiros do caminho, qual se mostram, sem exigir-lhes a perfeição da qual todos nos vemos ainda muito distantes.
Suporta as falhas do próximo com paciência, reconhecendo que nós, os espíritos ainda vinculados à Terra, não nos achamos isentos de imperfeições.
Levanta os caídos e ampara os que tropecem.
Não te lamentes.
Habitua-te a facear dificuldades e problemas, de ânimo firme, assimilando-lhes o ensino de que se façam portadores.
Não te detenhas no passado, embora o passado deva ser uma lição inesquecível no arquivo da experiência.
Desculpa, sem condições, quaisquer ofensas, sejam quais sejam, para que consigas avançar, estrada afora, livre do mal.
Auxilia aos outros, quanto estiver ao teu alcance, e repete semelhante benefício, tantas vezes quantas isso te for solicitado.
Não te sirvam de estorvo ao trabalho evolutivo as calamidades e provas em que te vejas, já que te reconheces passando pela Terra, a caminho da Vida Maior.
Louva, agradece, abençoa e serve sempre.
E não nos esqueçamos de que as nossas realizações constituem a nossa própria bagagem, onde estivermos, e nem olvidemos que das parcelas de tudo aquilo que doamos ou fazemos na Terra, teremos a justa equação na Vida Espiritual.
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Antônio Sávio de Resende – Tonhão
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“Em muitas ocasiões, perguntas se a tua religião é realmente a melhor. Faze o exame da própria fé.
E, se dúvidas te avassalam o pensamento em matéria de crença, conduta, preconceitos e tradições, entra no mundo de ti mesmo e indaga da própria consciência qual teria sido entre os homens, a religião de Jesus”.
Emmanuel & Chico Xavier. Lição: Tua Religião. Livro: Mãos Marcadas.
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DEUS NOSSO PAI

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DEUS NOSSO PAI
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DEUS NOSSO PAI
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Canais da Vida. Lição nº XX. Página 91.

A pedra sonha com a sensação de planta.
A árvore aspira o instinto animal.
A fera vislumbra a inteligência.
O selvagem candidata-se à luz da razão.
O homem deseja para si o brilho do anjo.
E o anjo entrevê a celeste escalada de posições que ainda lhe cabe atravessar no rumo da integração com a Munificência Divina.
Seres em crescimento, tão distantes da sublimação, quanto o orangotango ainda se encontra longe de nós, na insignificância de nossas aquisições e valores, qualquer definição de Deus nos escapa por insuficiência de percepção e compreensão.
O verme defronta pela excelsitude da natureza, jamais conseguirá, em sua condição, penetrar as leis da botânica e a ave pequenina, embora refletindo nas asas tenras o fulgor solar, não pode analisar os fenômenos da luz. Entretanto, o verme e a ave atendem às funções que lhes cabem na economia do mundo e envolvem, dia a dia, para mais altos recursos da forma, no caminho do progresso constante.
Seria temeridade de nossa parte desafiar a Divina Sabedoria com qualquer classificação de seus atributos.
Espíritos humanos em desenvolvimento, no corpo físico ou fora dele, não podemos trair a posição em que nos situamos, competindo-nos, por agora, não a veleidade de compreender o Plano do Universo, mas sim a obrigação de acatar-lhe os desígnios, abraçando o serviço que a Lei nos reserva no campo de aperfeiçoamento que nos cabe lavrar.
Ainda assim, se buscamos exata notícia do Criador, adotemos a de Cristo que no-lo revelou na posição de “Nosso Pai”. Nosso Pai que nos provê de recursos em todas as necessidades e que se acurva amoroso e solícito na proteção para todas as criaturas. Nosso Pai que vela pela magnificência dos astros com a mesma ternura com que sustenta a larva no subsolo.
Em verdade, por agora, nossa inteligência é demasiado estreita para conter qualquer conceituação do Infinito, cabendo-nos, por bênção e honra, o trabalho incessante no bem para libertação e aprimoramento de nossas possibilidades virtuais.
Pelo coração, no entanto, ser-nos-á possível buscar o exemplo de Jesus e sentir o Supremo Senhor por Nosso Pai de Sabedoria e Misericórdia. Através do amor, a estrela se comunica com o grão de areia e se a gota do oceano não lhe pode medir a extensão e a grandeza, traz consigo, na intimidade da própria estrutura, o gosto característico do mar.
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Antônio Sávio de Resende – Tonhão
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“Em muitas ocasiões, perguntas se a tua religião é realmente a melhor. Faze o exame da própria fé.
E, se dúvidas te avassalam o pensamento em matéria de crença, conduta, preconceitos e tradições, entra no mundo de ti mesmo e indaga da própria consciência qual teria sido entre os homens, a religião de Jesus”.
Emmanuel & Chico Xavier. Lição: Tua Religião. Livro: Mãos Marcadas.
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Serviço Divino

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Serviço Divino
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SACA TEXTO 23MAI17
Espírito Emmanuel, na obra “Caminho, Verdade e Vida”, psicografia de Chico Xavier

“O Evangelho não se reduz a breviário para o genuflexório. É roteiro imprescindível para a legislação e administração, para o serviço e para a obediência. O Cristo não estabelece linhas divisórias entre o templo e a oficina. Toda a Terra é seu altar de oração e seu campo de trabalho, ao mesmo tempo. Por louvá-lo nas igrejas e menoscabá-lo nas ruas é que temos naufragado mil vezes, por nossa própria culpa. Todos os lugares, portanto, podem ser consagrados ao serviço divino.”
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LEI E VIDA

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LEI E VIDA
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Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Ceifa de Luz. Lição nº 25. Página 91.

“Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim revogar, vim para cumprir.” Jesus. Mateus, 5:17.

“Não matarás”, diz a Lei.
O texto não se refere, porém, unicamente, à vida dos semelhantes.
Não frustrarás a tarefa dos outros, porque a suponhas inadequada, de vez que toda tarefa promove quem a executa, sempre que nobremente cumprida.
Não dilapidarás a esperança de ninguém, porquanto a felicidade, no fundo, não é a mesma na experiência de cada um.
Não destruirás a coragem daqueles que sonham ou trabalham em teu caminho, considerando que, de criatura para criatura, difere a face do êxito.
Não aniquilarás com inutilidades o tempo de teus irmãos, porque toda hora é agente sagrado nos valores da criação.
Não extinguirás a afeição na alma alheia, porquanto ignoramos, todos nós, com que instrumento de amor a Sabedoria Divina pretende mover os corações que nos partilham a marcha.
Não exterminarás a fé no espírito dos companheiros que renteiam contigo, observando-se que as estradas para Deus obedecem a estruturas e direções que variam ao infinito.
Reflitamos no bem do próximo, respeitando-lhe a forma e a vida.
A Lei não traça especificações ou condições dentro do assunto; preceitua, simplesmente: “Não Matarás”.
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Antônio Sávio de Resende – Tonhão
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“O que sentes revela o rumo para onde te diriges;
O que pensas te aponta o lugar em que te encontras;
O que falas indica o que sabes;
O que fazes mostra quem és.”
Emmanuel & Chico Xavier. Livro: Caminhos
Lição nº 02: Definições – Página nº 17.
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NOS GRANDES MOMENTOS

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NOS GRANDES MOMENTOS
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Trilha de Luz. Lição nº 19. Página 87.

“E todos os seus conhecidos e as mulheres que juntamente o haviam seguido desde a Galiléia, estavam de longe, vendo estas coisas”. Lucas, 23:49

A solidão de Jesus no Calvário é uma lição viva aos discípulos do Evangelho, em todos os tempos.
Quase sempre os aprendizes procuram impor ao próximo o seu modo de sentir.
Às vezes, quando menos avisados, raiam pela imprudência, ansiosos da renovação imediata de amigos, conhecidos, familiares. Suas atividades se convertem num conjunto de inquietações indevidas.
Andam esquecidos de que cada um será compelido ao testemunho nos grandes momentos. E, quando chegado o ensejo, devem contar, acima de tudo, com Deus e consigo próprios.
Jesus, no apostolado da luz e do bem, junto ao espírito popular, formara compacta legião de amigos.
Todos os beneficiários de sua obra o seguiam em admiração constante.
Volteavam-lhe em torno dos passos não só os admiradores, os aprendizes, os curiosos, mas, também os doentes da véspera, reintegrados no tesouro da saúde, à força da sua dedicação divina.
No grande momento, porém, quando as sombras do martírio lhe amortalhavam o coração, todos os participantes de suas caminhadas se recolheram à distância da cruz, contemplando-o de longe.
Não se ouviu a voz de nenhum beneficiado ao pé do Calvário. Ninguém lhe recordou, no extremo instantes, as obras generosas, perante os algozes que o apupavam.
E o ensinamento ficou para que cada aprendiz, no decurso do tempo, não esqueça a necessidade do próprio valor.
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Colaborador:
Antônio Sávio de Resende – Tonhão
email’s: asavio921@uol.com.br; asavio@uaivip.com.br; asavio.fcvv@gmail.com; asavio13@uol.com.br;
“O que sentes revela o rumo para onde te diriges;
O que pensas te aponta o lugar em que te encontras;
O que falas indica o que sabes;
O que fazes mostra quem és.”
Emmanuel & Chico Xavier. Livro: Caminhos
Lição nº 02: Definições – Página nº 17.
*
Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz!
*
Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 28.056 dias.
Obrigado Senhor!
*
Eudison de Paula Leal
eudisonleal@gmail.com
www.comkardec.com
https://www.facebook.com/EudisonLeal
https://www.facebook.com/apil.colonial
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INSISTAMOS NO BEM


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INSISTAMOS NO BEM
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Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Nosso Livro. Lição nº 22. Página 55.

Alguém recusou a verdade e a bênção de que te fizeste mensageiro? Insiste ainda. Não abandones o ensejo de estender o bem. Não profiras palavra de maldição, não acuses, não critiques.
Cada criatura vive no centro de problemas nem sempre acessíveis ao nosso primeiro olhar.
Persevera nas demonstrações de bondade e compreensão.
É possível que a tua frase contundente fira o próximo.
Ministremos a cada doente o remédio que lhe corresponde. O sorriso de fraternidade, a ajuda silenciosa, a humildade sem alarde, a flor da gentileza e o gesto amigo cabem, prodigiosamente, em qualquer parte.
Acima do “convencer”, permanece o “auxiliar”.
Ao grelo tenro não se pedem os frutos da árvore venerável e do vinagre compacto não se deve esperar a corrente de mel.
Aproveitemos o tempo, espalhando o amor com que o Cristo nos dotou os corações.
É possível que o veio de ouro esteja profundo na montanha da ignorância e da maldade. Insistamos, porém, e lavremos a terra, penetrando-lhe os recessos, sem ruído e sem ofensa.
Dificuldades incontáveis ocultam, ainda hoje, a visão da riqueza escondida? Não importa. Amanhã, o sol reaparecerá, outra vez, no horizonte, a chuva da divina misericórdia terá lavado os detritos do solo e atingiremos a glória da realização.
Atende ao bem, agora, em paz, hoje e amanhã, aqui e onde estiveres, porque Jesus igualmente persiste nele e prometeu que o Reino da Luz será conferido a quantos saibam perseverar até o fim.
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Colaborador:
Antônio Sávio de Resende – Tonhão
email’s: asavio921@uol.com.br; asavio@uaivip.com.br; asavio.fcvv@gmail.com; asavio13@uol.com.br;
“O que sentes revela o rumo para onde te diriges;
O que pensas te aponta o lugar em que te encontras;
O que falas indica o que sabes;
O que fazes mostra quem és.”
Emmanuel & Chico Xavier. Livro: Caminhos
Lição nº 02: Definições – Página nº 17.
*
Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz!
*
Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 28.050 dias.
Obrigado Senhor!
*
Eudison de Paula Leal
eudisonleal@gmail.com
www.comkardec.com
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https://www.facebook.com/apil.colonial
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REEDUCANDOS

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REEDUCANDOS
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Amigo(a) visitante, Salve!
Considerem a importância desta mensagem.
Esta é uma psicografia que nos leva à reflexão!
Todos nós estamos afeitos a este ensinamentos!
Pondere!
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Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz!
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Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 28.025 dias.
Obrigado Senhor!
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REEDUCANDOS
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Hora Certa. Lição nº 15. Página 63.

Os nossos irmãos reeducandos, residentes em setores de segregação construtiva, não se encontram sozinhos.
Em todos os lugares de Terra, surpreendemos os sentenciados de variada espécie, dentre os quais se destacam:
– os presidiários retidos em provações de longo curso;
– os emparedados no remorso que carregam o peso de culpas inconfessadas;
– os detentos da rebeldia, que não se satisfazem com os recursos que a vida lhes coloca nas mãos;
– os encarcerados em sofrimentos claramente voluntários que recusam qualquer saída para a luz do espírito;
– os prisioneiros da inconformação que não aceitam as diretrizes do trabalho para o bem, que se lhes oferece por terapêutica de libertação;
– os encadeados na angústia que se acham isolados nas celas de reflexão que se lhes fazem necessárias ao próprio burilamento.
Diante de companheiros considerados delinqüentes abstém-te de condená-los.
Todos nós, espíritos em evolução na Terra, somos os viajores dos milênios e estamos ainda em processo regenerativo, à vista das imperfeições que nos marcam o espírito.
E se pudéssemos rasgar o peito, à frente de nossos interlocutores e companheiros do cotidiano, certamente que eles todos conseguiriam ler este letreiro, gravado a fogo e lágrimas, em nossos corações: – “Compadece-te de mim!…”
Colaborador:
Antônio Sávio de Resende – Tonhão
email’s: asavio921@uol.com.br; asavio@uaivip.com.br; asavio.fcvv@gmail.com; asavio13@uol.com.br;
“Não gaste impensadamente os seus dias na pregação desesperada de princípios renovadores que você mesmo tem dificuldade de abraçar. Corrijamos em nós o que nos aborrece nos outros e Jesus fará o resto pela felicidade do mundo inteiro”.
Bezerra de Menezes & Chico Xavier. Livro: Seguindo Juntos. Lição: Ponderação. Página nº 84.

TOMADAS DE FORÇA


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TOMADAS DE FORÇA
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Paz. Lição nº 15. Página 68.

Partindo da certeza de que toda atitude é suscetível de ser imitada, compreendamos que o contágio da violência, em muitos casos, pode ser evitado, se não lhe oferecermos determinados Pontos de Ligação.
Os Pontos de Ligação a que nos referimos são de caracteres diversos, tais quais sejam:
– Gritos inúteis;
– Brincadeiras de mau gosto;
– Reclamações agressivas;
– Idéias de ódio;
– Intolerância em casa;
– Descortesias na rua;
– Gestos de vingança;
– Comentários infelizes;
– Respostas deprimentes;
– Perguntas sem necessidade;
– Críticas;
– Palavrões;
– Ironias;
– Azedume;
– Cólera;
– Impaciência.
Observamos que a energia elétrica, quase sempre, se aplica através de tomadas, e convençamo-nos de que a força mental funciona, também assim.

Antônio Sávio de Resende – Tonhão
email’s: asavio921@uol.com.br; asavio@uaivip.com.br; asavio.fcvv@gmail.com; asavio13@uol.com.br;
“Não gaste impensadamente os seus dias na pregação desesperada de princípios renovadores que você mesmo tem dificuldade de abraçar. Corrijamos em nós o que nos aborrece nos outros e Jesus fará o resto pela felicidade do mundo inteiro”.
Bezerra de Menezes & Chico Xavier. Livro: Seguindo Juntos. Lição: Ponderação. Página nº 84.
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Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz!
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Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 28.021 dias.
Obrigado Senhor!
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Dores-Estímulos


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Jesus, ajude minha filha Gigi, Senhor!
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Desejo que o Novo Dia Concedido para a Gigi seja: Feliz, sem dor!
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Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 28.020 dias.
Obrigado Senhor!
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DIANTE DO BEM


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DIANTE DO BEM
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Mãos Unidas. Lição nº 03. Página 19.

Diante de cada dia que surge, reflitamos na edificação do bem a que somos chamados.
Para isso, comecemos abençoando pessoas e acontecimentos, circunstâncias e coisas, para que o melhor se realize.
De princípio costumam repontar no cotidiano os problemas triviais do instituto doméstico.
Habitualmente aparece o assunto palpitante da hora, solicitando-nos atenção. Saibamos subtrair-lhe a sombra provável projetando nele a réstea de luz que sejamos capazes de improvisar.
Logo após, de imediato, estamos quase sempre defrontados pelos contratempos de ordem familiar. Renteando com eles, usemos o verbo calmante e conciliador para que as engrenagens do lar funcionem lubrificadas em bálsamo de harmonia.
Mais adiante é o grupo de trabalho com os pontos fracos à mostra. Abracemos com paciência e alegria as tarefas excedentes que se nos imponha, esquecendo essa ou aquela falha dos companheiros e trazendo à nós sem queixa ou censura a obrigação que ficou por fazer.
Em seguida é o campo vasto das relações, com as surpresas menos felizes que sobrevenham: o amigo modificado, a trama da incompreensão, a atitude mal interpretada, o irmão que se vai para longe de nós…
A cada ocorrência menos agradável procuremos responder com os nossos mais altos recursos de entendimento, justificando o amigo que se transforma, desfazendo sem mágoa o emaranhado das trevas, removendo equívocos em pauta e apoiando o colega que se afasta, oferecendo-lhe a íntima certeza com referência à continuidade de nossa estima.
Tudo o que existe é peça da vida e se aqui ou além, a deficiência aparece, isso significa que a obra do Bem, nessa ou naquela peça da vida está pedindo a nossa colaboração a fim de que lhe doemos o pedaço de Bem, que porventura ainda lhe falte.
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Colaborador:
Antônio Sávio de Resende – Tonhão
email’s: asavio921@uol.com.br; asavio@uaivip.com.br; asavio.fcvv@gmail.com; asavio13@uol.com.br;
O homem perguntou ao trabalho: – Qual o elemento mais resistente que encontraste, observando a natureza?
– A pedra, respondeu o trabalho.
A água que corria brandamente em derredor; escutou o que se dizia e, em silêncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra e, com algum tempo, abriu-lhe grande brecha, através da qual a água passava de um lado para outro.
O homem anotou o acontecido e indagou da água sobre o instrumento que ela usara para realizar aquele prodígio:
– A água humilde respondeu simplesmente: – Foi a Paciência.
Emmanuel & Chico Xavier. Livro: A Semente de Mostarda. Lição nº 27. Lição: Paciência e Prodígio.
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Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz!
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Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 27.944 dias.
Obrigado Senhor!
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PERANTE JESUS

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PERANTE JESUS
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Palavras de Vida Eterna. Lição nº 12. Página 37.

“Porventura sou eu, Senhor?” Mateus, 26:22.

Diante da palavra do Mestre, reportando-se ao espírito de leviandade e defecção que o cercava, os discípulos perguntaram afoitos:
– “Porventura sou eu, Senhor?”
E quase todos nós, analisando o gesto de Judas, incriminamo-lo em pensamento.
Por que teria tido a coragem de vender o Divino Amigo por trinta moedas?
Entretanto, bastará um exame mais profundo em nós mesmos, a fim de que vejamos nossa própria negação à frente do Cristo.
Judas teria cedido à paixão política dominante, enganado pelas insinuações de grupos famintos de libertação do jugo romano… Teria imaginado que Jesus, no Sinédrio, avocaria a posição de emancipador da sua Terra e da sua gente, exibindo incontestável triunfo humano…
E, apenas depois da desilusão dolorosa e terrível, teria assimilado toda a verdade!…
Mas nós?
Em quantas existências e situações tê-lo-emos vendido no altar do próprio coração, ao preço mesquinho de nosso desvairamento individual?
– Nos prélios da vaidade e do orgulho…
– Nas exigências do prazer egoísta…
– Na tirania da opinião…
– Na crueldade confessa…
– Na caça da fortuna material…
– Na rebeldia destruidora…
– No olvido de nossos deveres…
– No aviltamento de nosso próprio trabalho…
Na edificação íntima do Reino de Deus, meditemos nossos erros conscientes ou não, definindo nossas responsabilidades e débitos para com a vida, para com a Natureza e para com os semelhantes e, em todos os assuntos que se refiram à deserção perante o Cristo, teremos bastante força para desculpar as faltas do próximo, perguntando, com sinceridade, no âmago do coração:
– “Porventura existirá alguém mais ingrato para contigo do que eu, Senhor?”
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Colaborador:
Antônio Sávio de Resende – Tonhão
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O homem perguntou ao trabalho: – Qual o elemento mais resistente que encontraste, observando a natureza?
– A pedra, respondeu o trabalho.
A água que corria brandamente em derredor; escutou o que se dizia e, em silêncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra e, com algum tempo, abriu-lhe grande brecha, através da qual a água passava de um lado para outro.
O homem anotou o acontecido e indagou da água sobre o instrumento que ela usara para realizar aquele prodígio:
– A água humilde respondeu simplesmente: – Foi a Paciência.
Emmanuel & Chico Xavier. Livro: A Semente de Mostarda. Lição nº 27. Lição: Paciência e Prodígio.
*
Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz!
*
Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 27.939 dias.
Obrigado Senhor!
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Pão

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*
PÃO
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Palavras de Vida Eterna. Lição nº 134. Página 284.

“Eu sou o pão da vida.” – Jesus. João 6:48.

Importante considerar a afirmativa de Jesus, comparando-se ao pão.
Todos os povos, em todos os tempos, se ufanam dos pratos nacionais.
As mesas festivas, em todas as épocas, banqueteiam-se com viandas exóticas.
Condimentação excitante, misturas complicadas, confeitos extravagantes, grande cópia de animais sacrificados.
Às vezes, depois das iguarias tóxicas, as libações de entontecer.
O pão, no entanto, é o alimento popular.
Ainda mesmo quando varie nos ingredientes que o compõem e nos métodos de confecção em que se configura, é constituído de farinha amassada e vulgarmente fermentada e que, depois de submetida ao calor do forno, se transforma em fator do sustento mundial.
Sempre o mesmo, na avenida ou na favela, na escola ou no hospital.
Se lhe adicionam outra espécie de quitute, entre duas fatias, deixa de ser pão, é sanduíche.
Se lançado à formação de acepipe que o absorva, naturalmente desaparece.
O pão é invariavelmente pão.
Quando alguém te envolva no confete da lisonja, insuflando-te vaidade, não te dês à superestimação dos próprios valores. Não te acredites em condições excepcionais e nem te situes acima dos outros.
Abraça nos deveres diários o caminho da ascensão, recordando que Jesus – o Enviado Divino e Governador Espiritual da Terra – não achou para si mesmo outra imagem mais nobre e mais alta que a do pão puro e simples.
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Colaborador:
Antônio Sávio de Resende – Tonhão
email’s: asavio921@uol.com.br; asavio@uaivip.com.br; asavio.fcvv@gmail.com; asavio13@uol.com.br;
O homem perguntou ao trabalho: – Qual o elemento mais resistente que encontraste, observando a natureza?
– A pedra, respondeu o trabalho.
A água que corria brandamente em derredor; escutou o que se dizia e, em silêncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra e, com algum tempo, abriu-lhe grande brecha, através da qual a água passava de um lado para outro.
O homem anotou o acontecido e indagou da água sobre o instrumento que ela usara para realizar aquele prodígio:
– A água humilde respondeu simplesmente: – Foi a Paciência.
Emmanuel & Chico Xavier. Livro: A Semente de Mostarda. Lição nº 27. Lição: Paciência e Prodígio.
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Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz!
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Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 27.936 dias.
Obrigado Senhor!
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AS OUTRAS PESSOAS

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AS OUTRAS PESSOAS
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Rumo Certo. Lição nº 36. Página 131.

Diante de qualquer pessoa, seja quem seja, inclina-te à bondade e começa por endereçar-lhe um pensamento de simpatia.
Se renteias com alguém que admiras pelas virtudes que lhe exornam o caráter, pondera os riscos a que essa criatura se vê exposta pela altura a que se guindou e, calculando os sacrifícios que terá ela feito para alcançar as responsabilidades em que se situa, oferece-lhe apoio, para que não se lhe desafinem as cordas da alma.
À frente de outra pessoa que consideres errada, com mais razão orarás por ela, rogando o auxílio da Vida Maior, em seu favor, a fim de que se lhe refaçam as forças.
Farás ainda mais… Meditarás nas muitas vezes em que essa criatura haverá sofrido o impacto das tentações que lhe assaltaram a estrada e não acharás motivo para estranheza ou condenação se refletires nas lágrimas que ela terá vertido, até que a loucura mental lhe impulsionasse o coração para o colapso das energias morais em que se escorava dificilmente.
Todos somos defrontados no cotidiano por inúmeras pessoas que a vida nos traz à observação.
Recebamo-las todas na condição de criaturas irmãs, portadoras de recursos e fraquezas, esperanças e sonhos, tarefas e lutas, problemas e dores semelhantes aos nossos.
Consideremos, sobremaneira, que ninguém se aproxima de alguém pedindo reprovação ou azedume.
Todos carecemos de compreensão e bondade.
Quando estamos em paz, o conselho que nos induz ao aperfeiçoamento moral lembra a lâmpada acesa impelindo-nos para a frente.
Entretanto, quando desajustados pelas consequências de nossos próprios erros, já carregamos em nós próprios fardos de angústia suficiente para suplício do coração.
Doemos a quantos se abeirem de nós o melhor que pudermos: o entendimento e a fraternidade a boa palavra e o serviço nobilitante.
Convençamo-nos todos de que todos os males, os nossos e os dos outros, ficarão um dia para trás, em definitivo. Toda sombra chega e passa à feição de nuvem perante o Sol.
Permanecerá no Universo, acima de tudo e para sempre, o Sol da Providência Divina.
E na Luz da Providência Divina todos os mundos e todos os seres se encadeiam na corrente do amor eterno, em permanente e vitoriosa sublimação.
Colaborador:
Antônio Sávio de Resende – Tonhão
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O homem perguntou ao trabalho: – Qual o elemento mais resistente que encontraste, observando a natureza?
– A pedra, respondeu o trabalho.
A água que corria brandamente em derredor; escutou o que se dizia e, em silêncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra e, com algum tempo, abriu-lhe grande brecha, através da qual a água passava de um lado para outro.
O homem anotou o acontecido e indagou da água sobre o instrumento que ela usara para realizar aquele prodígio:
– A água humilde respondeu simplesmente: – Foi a Paciência.
Emmanuel & Chico Xavier. Livro: A Semente de Mostarda. Lição nº 27. Lição: Paciência e Prodígio.
*
Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz!
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Encarnado há 27.931 dias.
Obrigado Senhor!
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