Atire a primeira pedra


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Não Julgueis Para Não Serdes Julgados

“NÃO JULGUEIS PARA NÃO SERDES JULGADOS. AQUELE QUE ESTIVER SEM PECADO QUE ATIRE A PRIMEIRA PEDRA

11 – Não julgueis, pois, para não serdes julgados; porque com o juízo que julgardes os outros, sereis julgados; e com a medida com que medirdes, vos medirão também a vós. (Mateus, VII: 1-2).

12 – Então lhe trouxeram os escribas e os fariseus uma mulher que fora apanhada em adultério, e a puseram no meio, e lhe disseram: Mestre, esta mulher foi agora mesmo apanhada em adultério; e Moisés, na Lei, mandou apedrejar a estas tais. Qual é a vossa opinião sobre isto? Diziam pois os judeus, tentando-o, para o poderem acusar. Jesus, porém, abaixando-se, pôs-se a escrever com o dedo na terra. E como eles perseveraram em fazer-lhes perguntas, ergueu-se Jesus e disse-lhes: Aquele dentre vós que estiver sem pecado atire-lhe a primeira pedra. E tornando a abaixar-se, escrevia na terra. Mas eles, ouvindo-o, foram saindo um a um, sendo os mais velhos os primeiros. E ficou só Jesus com a mulher, que estava no meio, em pé. Então, erguendo-se, Jesus lhe disse: Mulher, onde estão os que te acusavam? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor. Então Jesus lhe disse: Nem eu tampouco te condenarei; vai, e não peques mais. (João, VIII: 3-11).

13 – “Aquele que estiver sem pecado atire-lhe a primeira pedra”, disse Jesus. Esta máxima faz da indulgência um dever, pois não há quem dela não necessite para si mesmo. Ensina que não devemos julgar os outros mais severamente do que nos julgamos a nós mesmos, nem condenar nos outros os que nos desculpamos em nós. Antes de reprovar uma falta de alguém, consideremos se a mesma reprovação não nos pode ser aplicada.

A censura de conduta alheia pode ter dois motivos: reprimir o mal, ou desacreditar a pessoa cujos atos criticamos. Este último motivo jamais tem escusa, pois decorre da maledicência e da maldade. O primeiro pode ser louvável, e torna-se mesmo um dever em certos casos, pois dele pode resultar um bem, e porque sem ele o mal jamais será reprimido na sociedade. Aliás, não deve o homem ajudar o progresso dos seus semelhantes? Não se deve, pois, tomar no sentido absoluto este princípio: “Não julgueis para não serdes julgados”, porque a letra mata e o espírito vivifica.

Jesus não podia proibir de se reprovar o mal, pois ele mesmo nos deu o exemplo disso, e o fez em termos enérgicos. Mas quis dizer que autoridade da censura está na razão da autoridade moral daquele que a pronuncia. Tornar-se culpável daquilo que se condena nos outros é abdicar dessa autoridade, e mais ainda, arrogar-se arbitrariamente o direito de repressão. A consciência íntima, de resto, recusa qualquer respeito e toda submissão voluntária àquele que, investido de algum poder, viola as leis e os princípios que está encarregado de aplicar. A única autoridade legítima, aos olhos de Deus, é a que se apóia no bom exemplo. É o que resulta evidentemente das palavras de Jesus.”
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Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz!
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Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 28.143 dias.
Obrigado Senhor!
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Natal de Jesus

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Natal de Jesus
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Novamente chega o Natal de Jesus com o seu cortejo de bênçãos, luzes e músicas anunciando esperança, fraternidade, paz e amor…
Neste Natal e no Novo Ano, tenhamos um coração cheio de alegria, coragem, força, otimismo, bom ânimo e tranqüilidade em Jesus, que sempre tudo nos concede, em soma crescente de benefícios, graças, recursos e dádivas, e as horas, velhas amigas de nossa jornada e experiência, serão portadoras de realizações, edificações e ensinamentos, se estivermos atentos a sublime, santa e iluminada convocação e ao convite e oferta de novas oportunidades de serviços e trabalhos com Jesus.
Convictos e seguros e nunca nos esquecendo de que em todos os dias que passaram e nos dias que ainda iremos passar, há servos sagrados, santificados e gloriosos do Céu vigiando e abençoando com o Nosso Senhor, velando pelo nosso destino, nosso lar, nossa família, nosso Brasil e por toda a nossa Mãe Terra.
Desejo, que as Bênçãos do Natal estejam sempre entre nós, dia após dia em 2017…
Eu agradeço muito pelo carinho, ajuda, boa vontade, estímulo, conforto, auxílio, atenção, paciência, incentivo e bondade…
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Colaborador:
Antônio Sávio de Resende – Tonhão
email’s: asavio921@uol.com.br; asavio@uaivip.com.br; asavio.fcvv@gmail.com; asavio13@uol.com.br;
“Com o nascimento de Jesus, há como que uma comunhão direta do Céu com a Terra.
Estranhas e admiráveis revelações perfumam as almas e o Enviado oferece aos seres humanos toda a grandeza do seu amor, da sua sabedoria e da sua misericórdia.
Aos corações abre-se nova torrente de esperanças e a Humanidade, na Manjedoura, no Tabor e no Calvário, sente as manifestações da vida celeste, sublime em sua gloriosa espiritualidade.
Com o tesouro dos seus exemplos e das suas palavras, deixa o Mestre entre os homens a sua Boa Nova.
O Evangelho do Cristo é o transunto (modelo, imagem ou retrato fiel, semelhança, reflexo) de todas as filosofias que procuram aprimorar o espírito, norteando-lhe a vida e as aspirações.
Jesus foi a manifestação do amor de Deus, a personificação de sua Bondade Infinita”.
Emmanuel & Chico Xavier. Livro: Antologia Mediúnica do Natal. Lição nº 66. Lição: Jesus.

Feliz Natal & 2017

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* Pindamonhangaba-SP – Quinta-feira
* 22/dez/2016 @
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*** Feliz Natal & 2017
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Amigo(a),
Sejamos Abençoados!
Saúde!
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Elevamos nossos Corações para bem-dizer o Mestre dos Mestres, Jesus, o Cristo de Deus.
Nossa condição de aprendizes que somos a Ele devemos Gratidão na sua forma mais ampla.
Consideremos a Vida sem Jesus…o que seríamos?
O norteamento dos nossos pensamentos, palavras e atos estariam mergulhado na escuridão.
Graças à Bendita Luz de Jesus, hoje, já erramos menos pois nossa percepção ainda é muito lenta.
Jesus, receba em Teu Coração…o nosso!
Assim seja.
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Obrigado Senhor!
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REINO DE DEUS

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REINO DE DEUS
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Neste Instante. Lição nº 09. Página 37.

Se aspiramos conquistar o Reino de Deus, recordemos Jesus que no-lo revelou, conjugando “dizer” e “fazer”.
Ensinou o Divino Mestre:
“Faze aos outros o que desejas que os outros te façam”. E viveu para os outros, sem nada exigir.
“Dá a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. E, respeitando as autoridades constituídas no mundo, dedicou-se integralmente aos interesses do espírito.
“Quem se humilhar será exaltado”. E ninguém se apagou até hoje quanto Ele para que a infinita bondade se destacasse.
“Quem procura ser o maior seja o servo de todos”. E, nas mínimas circunstâncias, colocou-se invariavelmente no lugar de quem serve.
“Não saiba a tua mão esquerda o que dá a direita”. E ouvido algum jamais lhe escutou qualquer expressão de elogio a si mesmo.
“Não é o que entra pela boca que torna o homem impuro, mas o que lhe sai do coração”. E banqueteou-se com criaturas consideradas desprezíveis, acordando-lhes o sentimento para a realidade superior.
“Ao que te peça mil passos, caminha com ele dois mil”. E fez-se entre os homens inimitável modelo de tolerância.
“A quem te rogue a capa, cede também a túnica”. E deu-se constantemente ao próximo, consagrando-lhe a própria existência.
“Ama aos teus inimigos”. E suportou, em silêncio, as forças das trevas que o situaram em aparente derrota.
“Ora pelos que te perseguem e caluniam”. E aceitou a flagelação injusta, exorando perdão em favor dos próprios carrascos, no suplício da cruz.
Não precisas aguardar revelações estranhas e nem fenômenos espetaculares para surpreender as maravilhas do Reino de Deus.
Nem catástrofes cósmicas.
Nem convulsões da natureza.
Nem terra fulminada.
Nem céus abertos.
Tudo pode alterar-se, a teus olhos, se tens a luz por dentro de ti.
E, além disso, a qualquer momento, a verdadeira vida pode trazer-te a grande mudança.
Nosso problema será sempre construir na própria alma a perfeição que reclamamos nos outros.
Não nos esqueçamos de que o Evangelho vem preparar no mundo o reino do bem que Jesus anunciou e o próprio Jesus foi suficientemente claro, asseverando que o Reino de Deus está dentro de nós.
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Colaborador:
Antônio Sávio de Resende – Tonhão
email’s: asavio921@uol.com.br; asavio@uaivip.com.br; asavio.fcvv@gmail.com; asavio13@uol.com.br;
“Com o nascimento de Jesus, há como que uma comunhão direta do Céu com a Terra.
Estranhas e admiráveis revelações perfumam as almas e o Enviado oferece aos seres humanos toda a grandeza do seu amor, da sua sabedoria e da sua misericórdia.
Aos corações abre-se nova torrente de esperanças e a Humanidade, na Manjedoura, no Tabor e no Calvário, sente as manifestações da vida celeste, sublime em sua gloriosa espiritualidade.
Com o tesouro dos seus exemplos e das suas palavras, deixa o Mestre entre os homens a sua Boa Nova.
O Evangelho do Cristo é o transunto (modelo, imagem ou retrato fiel, semelhança, reflexo) de todas as filosofias que procuram aprimorar o espírito, norteando-lhe a vida e as aspirações.
Jesus foi a manifestação do amor de Deus, a personificação de sua Bondade Infinita”.
Emmanuel & Chico Xavier. Livro: Antologia Mediúnica do Natal. Lição nº 66. Lição: Jesus.
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Obrigado Senhor!
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Espírito em missão sacrificial

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Espírito Ramatís na obra “O Sublime Peregrino”, psicografia de Hercílio Maes.

“Seria algo cruel que Jesus, depois da sua descida tão sacrificial, como o príncipe que abandona o seu palácio feérico e sua paz venturosa para servir os homens pecadores, ainda tivesse de mobilizar todos os seus recursos angélicos, para superar os gens inferiores de um organismo proveniente de alcoólatras, epilépticos ou sifilíticos.

Jesus não era um malfeitor, ou um estigmatizado por crimes pretéritos; mas sim, um espírito em missão sacrificial, que abdicava de sua mansão celestial para orientar a criatura humana, ainda escrava dos grilhões das animalidade. Por consequência, ele merecia o “melhor”, no sentido de ser-lhe facultado um corpo biologicamente equilibrado.”
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Colaborador: Ênio Carlos Costa Simões – RJ/RJ
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Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 27.787 dias.
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Eu TE Agradeço Deus Pai!
== Publicação número 11.028
== www.comkardec.com/
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Alguém

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DÚVIDAS

Pelo Espírito Irmão X (Humberto de Campos).
Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Irmãos Unidos. Lição nº 11. Página 62.

Afirma você que passou a experimentar inqualificável flagelo íntimo, desde que iniciou o desenvolvimento das faculdades medianímicas, à face das dúvidas que lhe assaltam a vida.
E acrescenta que, em seu grupo, a maioria dos companheiros descrê de suas palavras, enquanto os amigos lhe metem a ridículo as informações que consegue recolher da Espiritualidade.
Enunciando desapontamentos e embaraços, você conclui: “Vale a pena continuar sofrendo tamanhas desilusões? não será um serviço prematuro esse, em que somos defrontados, a cada instante, pela negação sistemática, a partir daqueles que mais amamos”?
Estimaria alinhar opiniões e argumentos que lhe extirpassem de imediato as atribulações da cabeça, mas, estamos todos, encarnados e desencarnados, em luta evolutiva na Terra, sob a carga dos problemas alusivos ao nosso resgate de consciências endividadas perante a Lei.
Você ai, tanto quanto nós, padece o desafio constante das dificuldades que lhe dizem respeito ao aprimoramento da alma, e, sinceramente, não dispomos de receituário para a sua doença, além daquele que nos é formulado pelos princípios cristãos no capítulo em que nos aconselham desculpa incondicional para toda ofensa.
Ouso, contudo lembrar-lhe a história de “Alguém” que passou pelo mundo, suportando aflições maiores que as nossas.
Ninguém tolerou, até hoje, as afrontas que lhe foram atiradas em rosto, em matéria de injúria e desconfiança.
Nascido para o desempenho de celeste missão, foi anunciado aos parentes pela visita dos anjos.
Dele, tradições numerosas forneciam testemunho incessante ao ânimo popular.
Mensagens e visões indicaram-lhe a vinda aos familiares maravilhados e, mesmo assim, não apareceu quem se animasse a oferecer-lhe um cubículo em casa para nascer, a ponto de, renegado por toda a gente, refugiar-se entre os animais.
Desenvolvendo-se ao lado de um primo, considerado profeta de grande merecimento, com quem se iniciou no alto ministério de que estava incumbido, foi depois por ele interpelado quanto à veracidade de sua investidura.
De censuras e sarcasmos dos principais de seu tempo nem é preciso falar.
Basta dizer que foi corrido por todos eles qual se fosse idiota, circunstância que o obrigou a asilar-se entre pescadores e homens rudes de singelo rincão.
Todavia, mesmo entre estes, embora andasse, de contínuo, fazendo o bem, restaurando enfermos e ensinando a verdade, recolheu azedume infamante.
Um deles, situando-lhe em dúvida o serviço divino, abocanhou dinheiro para denunciá-lo à justiça como agitador perigoso, conduzindo-o à prisão.
Dos agentes da autoridade, os quais procurou respeitar, teve o cárcere por resposta, e do povo, de quem curara chagas e extinguira infortúnios, recebeu o tratamento devido a uma fera solta.
Dos amigos diletos, um dos mais nobres negou conhecê-lo por três vezes numa só noite, e todos fugiram, envergonhados e atônitos, quando lhe viram a decisão de se entregar à morte na cruz como supremo recurso de resistência perante o mal.
Nem por isso, no entanto, abandonou os companheiros e os acusadores gratuitos no charco da ignorância, regressando, depois da morte, para auxiliá-los em perpetuidade de entendimento.
Esse “Alguém” meu amigo, como claramente já percebeu, foi Jesus Cristo, o Divino Governador da Terra.
Regozijar-nos-emos se o que a Ele aconteceu puder servir para seu esclarecimento e conforto; mas, se você não conseguir edificar-se em tão sublime exemplo, a única solução será desistir lamentavelmente da sua oportunidade de cooperar na sementeira da Luz Divina, assentando-se na cinza da frustração, até que o tempo lhe renove a visão, no Universo de Deus.
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Colaborador:
Antônio Sávio de Resende – Tonhão
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“Abençoa…
Atravessas rudes provas… Acalma-te e abençoa…
Alguma ofensa à vista? Esquece e abençoa…
Amigos desertaram… Segue à frente e abençoa…
Sofres dificuldades? Age, serve e abençoa…
Alguém te menospreza… Silencia e abençoa…
Por nada te revoltes… Deus te guarda e abençoa…”
Emmanuel & Chico Xavier. Livro: Assim Vencerás.
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Prece

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Prece para Jesus, o Cristo.
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Fezes Encefálicas

20150210_Fezes_Encefálicas
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As Palavras

“Escutai e compreendei bem isto: – Não é o que entra na boca que macula o homem; o que sai da boca do homem é que o macula. –

O que sai da boca procede do coração e é o que torna impuro o homem; – porquanto do coração é que partem os maus pensamentos, os assassínios, os adultérios, as fornicações, os latrocínios, os falsos-testemunhos, as blasfêmias e as maledicências.

– Essas são as coisas que tornam impuro o homem; o comer sem haver lavado as mãos não é o que o torna impuro.” Jesus, o Cristo

Fonte:
O Evangelho Segundo o Espiritismo
CAPÍTULO VIII
BEM-AVENTURADOS OS QUE TÊM PURO O CORAÇÃO
Verdadeira pureza. – Mãos não lavadas
Item 8

Caracteres do verdadeiro profeta

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Caracteres do verdadeiro profeta

Desconfiai dos falsos profetas. É útil em todos os tempos essa recomendação, mas, sobretudo, nos momentos de transição em que, como no atual, se elabora uma transformação da Humanidade, porque, então, uma multidão de ambiciosos e intrigantes se arvoram em reformadores e messias. É contra esses impostores que se deve estar em guarda, correndo a todo homem honesto o dever de os desmascarar. Perguntareis, sem dúvida, como reconhecê-los. Aqui tendes o que os assinala:
Somente a um hábil general, capaz de o dirigir, se confia o comando de um exército. Julgais que Deus seja menos prudente do que os homens? Ficai certos de que só confia missões importantes aos que ele sabe capazes de as cumprir, porquanto as grandes missões são fardos pesados que esmagariam o homem carente de forças para carregá-los. Em todas as coisas, o mestre há de sempre saber mais do que o discípulo; para fazer que a Humanidade avance moralmente e intelectualmente, são precisos homens superiores em inteligência e em moralidade. Por isso, para essas missões são sempre escolhidos Espíritos já adiantados, que fizeram suas provas noutras existências, visto que, se não fossem superiores ao meio em que têm da atuar, nula lhes resultaria a ação.

Isto posto, haveis de concluir que o verdadeiro missionário de Deus tem de justificar, pela sua superioridade, pelas suas virtudes, pela grandeza, pelo resultado e pela influência moralizadora de suas obras, a missão de que se diz portador. Tirai também esta outra conseqüência: se, pelo seu caráter, pelas suas virtudes, pela sua inteligência, ele se mostra abaixo do papel com que se apresente, ou da personagem sob cujo nome se coloca, mais não é do que um histrião de baixo estofo, que nem sequer sabe imitar o modelo que escolheu.
Outra consideração: os verdadeiros missionários de Deus ignoram-se a si mesmos, em sua maior parte; desempenham a missão a que foram chamados pela força do gênio que possuem, secundado pelo poder oculto que os inspira e dirige a seu mau grado, mas sem desígnio premeditado. Numa palavra: os verdadeiros profetas se revelam por seus atos, são adivinhados, ao passo que os falsos profetas se dão, eles próprios, como enviados de Deus. O primeiro é humilde e modesto; o segundo, orgulhoso e cheio de si, fala com altivez e, como todos os mendazes, parece sempre temeroso de que não lhe dêem crédito.

Alguns desses impostores têm havido, pretendendo passar por apóstolos do Cristo, outros pelo próprio Cristo, e, para vergonha da Humanidade, hão encontrado pessoas assaz crédulas que lhes crêem nas torpezas. Entretanto, uma ponderação bem simples seria bastante a abrir os olhos do mais cego, a de que se o Cristo reencarnasse na Terra, viria com todo o seu poder e todas as suas virtudes, a menos se admitisse, o que fora absurdo, que houvesse degenerado. Ora, do mesmo modo que, se tirardes a Deus um só de seus atributos, já não tereis Deus, se tirardes uma só de suas virtudes ao Cristo, já não mais o tereis. Possuem todas as suas virtudes os que se dão como sendo o Cristo? Essa a questão. Observai-os, perscrutai-lhes as idéias e os atos e reconhecereis que, acima de tudo, lhes faltam as qualidades distintivas do Cristo; a humildade e a caridade, sobejando-lhes as que o Cristo não tinha: a cupidez e o orgulho. Notai, ao demais, que neste momento há, em vários países, muitos pretensos Cristos, como há muitos pretensos Elias, muitos S. João ou S. Pedro e que não é absolutamente possível sejam verdadeiros todos. Tende como certo que são apenas criaturas que exploram a credulidade dos outros e acham cômodo viver à custa dos que lhes prestam ouvidos.

Desconfiai, pois, dos falsos profetas, máxime numa época de renovação, qual a presente, porque muitos impostores se dirão enviados de Deus. Eles procuram satisfazer na Terra à sua vaidade; mas uma terrível justiça os espera, podeis estar certos. — Erasto. (Paris, 1862.)
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(Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XXI, item 9.)

SinapsesLinks – 7 anos!

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20130628_SinapsesLinks_7anos_01

Jesus Cristo

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20130601_Jesus_Cristo
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Jesus Cristo
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Conheça parte da História de Jesus.
Click aqui. Grato.
Louvado seja nosso senhor, Jesus, o Cristo.
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Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz!
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Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 26613 dias. Obrigado Senhor!
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Colaboração:
Armindo Ricco
Taubaté-SP

Jesus, o Cristo

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20100319_jesus_o_cristo

AMAR O PRÓXIMO COMO A SI MESMO

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20130421_Amar_ao_Próximo
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AMAR O PRÓXIMO COMO A SI MESMO
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4. “Amar o próximo como a si mesmo: fazer pelos outros o que quereríamos que os outros fizessem por nós”, é a expressão mais completa da caridade, porque resume todos os deveres do homem para com o próximo.

Não podemos encontrar guia mais seguro, a tal respeito, que tomar para padrão, do que devemos fazer aos outros, aquilo que para nós desejamos.

Com que direito exigiríamos dos nossos semelhantes melhor proceder, mais indulgência, mais benevolência e devotamento para conosco, do que os temos para com eles?

A prática dessas máximas tende à destruição do egoísmo.

Quando as adotarem para regra de conduta e para base de suas instituições, os homens compreenderão a verdadeira fraternidade e farão que entre eles reinem a paz e a justiça.

Não mais haverá ódios, nem dissensões, mas, tão-somente, união, concórdia e benevolência mútua.
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Livro fonte:
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Capítulo XI
Allan Kardec – o codificador

Jesus Cristo

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20120201_jesus_cristo
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Jesus Cristo
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JESUS É O MODELO DE PERFEIÇÃO
Jesus foi o Espírito mais elevado que surgiu no Planeta. Os seus exemplos devem inspirar-nos as boas ações que podemos fazer ao próximo.
Lembremo-nos de alguns dos seus ensinamentos:
1) Que aproveita ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma?
2) Se queres ser meu discípulo, toma a tua cruz e segue-me.
3) Amai os vossos inimigos; bendizei os que vos maldizem; fazei o bem aos que vos odeiam; orai pelos que vos maltratam e vos perseguem. Que vantagem há em amardes os que vos amam?
4) Ao que pleitear contigo e quiser teu vestido, larga-lhe também a capa.
5) Se alguém te bater na face direita, ofereça-lhe a esquerda.
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Colaboração:
Sérgio Ricci Goldstein
Campos do Jordão-SP

Feliz Natal!

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Por favor, click sobre a imagem para ampliá-la. Grato.
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Feliz Natal!
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Aos
Amigos e Amigas
Visitantes deste blog, Salve!

Louvado seja Nosso Senhor, Jesus, o Cristo.

A Alegria é contagiante!
Ter Jesus nos nossos Corações, ao longo do ano, é uma bênção.
Precisamos agradecer pela Feliz Oportunidade.

Possamos espargir esta Alegria com todos aqueles das nossas Psicosferas.

Amado e Divino Amigo Jesus, abençoa a todos nós os habitantes do Planeta Terra.
Assim seja!

Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 26447 dias.
Obrigado Senhor!

Bom Samaritano

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20121213_Bom_Samaritano
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Bom Samaritano – Lucas 10: 25-37
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25. Levantando-se um doutor da lei, experimentou-o, dizendo: Mestre, que farei para herdar a vida eterna?
26. Respondeu-lhe Jesus: Que é o que está escrito na Lei? como lês tu?
27. Respondeu ele: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de toda a tua força e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo.
28. Replicou-lhe Jesus: Respondeste bem; faze isso, e viverás.
29. Ele, porém, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: E quem é o meu próximo?
30. Prosseguindo Jesus, disse: Um homem descia de Jerusalém a Jericó, e caiu nas mãos de salteadores que, depois de o despirem e espancarem, se retiraram, deixando-o meio morto.
31. Por uma coincidência descia por aquele caminho um sacerdote; quando o viu, passou de largo.
32. Do mesmo modo também um levita, chegando ao lugar e vendo-o, passou de largo.
33. Um samaritano, porém, que ia de viagem, aproximou-se do homem e, vendo-o, teve compaixão dele.
34. Chegando-se, atou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho e, pondo-o sobre o seu animal, levou-o para uma hospedaria e tratou-o.
35. No dia seguinte tirou dois denários, deu-os ao hospedeiro e disse: Trata-o e quanto gastares de mais, na volta eu to pagarei.
36. Qual destes três te parece ter sido o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores?
37. Respondeu o doutor da lei: Aquele que usou de misericórdia para com ele. Disse-lhe Jesus: Vai-te, e faze tu o mesmo. ”

A Porta Estreita

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A porta estreita

3. Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta da perdição e espaçoso o caminho que a ela conduz, e muitos são os que por ela entram. – Quão pequena é a porta da vida! quão apertado o caminho que a ela conduz! e quão poucos a encontram! (S. MATEUS, cap. VII, vv. 13 e 14.)

4. Tendo-lhe alguém feito esta pergunta: Senhor, serão poucos os que se salvam? Respondeu-lhes ele: – Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, pois vos asseguro que muitos procurarão transpô-la e não o poderão. – E quando o pai de família houver entrado e fechado a porta, e vós, de fora, começardes a bater, dizendo: Senhor, abre-nos; ele vos responderá: não sei donde sois: – Pôr-vos-eis a dizer: Comemos e bebemos na tua presença e nos instruíste nas nossas praças públicas. – Ele vos responderá: Não sei donde sois; afastai-vos de mim, todos vós que praticais a iniquidade. Então, haverá prantos e ranger de dentes, quando virdes que Abraão, Isaac, Jacob e todos os profetas estão no reino de Deus e que vós outros sois dele expelidos. -Virão muitos do Oriente e do Ocidente, do Setentrião e do Meio-Dia, que participarão do festim no reino de Deus. – Então, os que forem últimos serão os primeiros e os que forem primeiros serão os últimos. – (S. LUCAS, cap. XIII, vv. 23 a 30.)

5. Larga é a porta da perdição, porque são numerosas as paixões más e porque o maior número envereda pelo caminho do mal. E estreita a da salvação, porque a grandes esforços sobre si mesmo é obrigado o homem que a queira transpor, para vencer suas más tendências, coisa a que poucos se resignam. E o complemento da máxima: “Muitos são os chamados e poucos os escolhidos.” Tal o estado da Humanidade terrena, porque, sendo a Terra mundo de expiação, nela predomina o mal. Quando se achar transformada, a estrada do bem será a mais freqüentada. Aquelas palavras devem, pois, entender-se em sentido relativo e não em sentido absoluto. Se houvesse de ser esse o estado normal da Humanidade, teria Deus condenado à perdição a imensa maioria das suas criaturas, suposição inadmissível, desde que se reconheça que Deus é todo justiça e bondade. Mas, de que delitos esta Humanidade se houvera feito culpada para merecer tão triste sorte, no presente e no futuro, se toda ela se achasse degredada na Terra e se a alma não tivesse tido outras existências? Por que tantos entraves postos diante de seus passos? Por que essa porta tão estreita que só a muito poucos é dado transpor, se a sorte da alma é determinada para sempre, logo após a morte? Assim é que, com a unicidade da existência, o homem está sempre em contradição consigo mesmo e com a justiça de Deus. Com a anterioridade da alma e a pluralidade dos mundos, o horizonte se alarga; faz-se luz sobre os pontos mais obscuros da fé; o presente e o futuro tornam-se solidários com o passado, e só então se pode compreender toda a profundeza. toda a verdade e toda a sabedoria das máximas do Cristo.
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Livro fonte:
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Allan Kardec
Capítulo XVIII – Muitos os chamados e poucos os escolhidos

Atire a primeira pedra…

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Magnos Ensinamentos

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Estranha Moral

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CAPÍTULO XXIII
ESTRANHA MORAL

Odiar os pais. – Abandonar pai, mãe e filhos. – Deixar aos mortos o cuidado de enterrar seus mortos. – Não vim trazer a paz, mas, a divisão. Odiar os pais

1. Como nas suas pegadas caminhasse grande massa de povo, Jesus, voltando-se, disse-lhes: – Se alguém vem a mim e não odeia a seu pai e a sua mãe, a sua mulher e a seus filhos, a seus irmãos e irmãs, mesmo a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. -E quem quer que não carregue a sua cruz e me siga, não pode ser meu discípulo. – Assim, aquele dentre vós que não renunciar a tudo o que tem não pode ser meu discípulo. (S. LUCAS, cap. XIV, vv. 25 a 27 e 33.)

2. Aquele que ama a seu pai ou a sua mãe, mais do que a mim, de mim não é digno; aquele que ama a seu filho ou a sua filha, mais do que a mim, de mim não é digno. (S. MATEUS, cap. X, v. 37.)

3. Certas palavras, aliás muito raras, atribuídas ao Cristo, fazem tão singular contraste com o seu modo habitual de falar que, instintivamente, se lhes repele o sentido literal, sem que a sublimidade da sua doutrina sofra qualquer dano.

Escritas depois de sua morte, pois que nenhum dos Evangelhos foi redigido enquanto ele vivia, lícito é acreditar-se que, em casos como este, o fundo do seu pensamento não foi bem expresso, ou, o que não é menos provável, o sentido primitivo, passando de uma língua para outra, há de ter experimentado alguma alteração.

Basta que um erro se haja cometido uma vez, para que os copiadores o tenham repetido, como se dá freqüentemente com relação aos fatos históricos.

O termo odiar, nesta frase de S. Lucas: Se alguém vem a mim e não odeia a seu pai e a sua mãe, está compreendido nessa hipótese. A ninguém acudirá atribuí-la a Jesus. Será então supérfluo discuti-la e, ainda menos, tentar justificá-la.

Importaria, primeiro, saber se ele a pronunciou e, em caso afirmativo, se, na língua em que se exprimia, a palavra em questão tinha o mesmo valor que na nossa. Nesta passagem de S. João: “Aquele que odeia sua vida, neste mundo, a conserva para a vida eterna”, é indubitável que ela não exprime a idéia que lhe atribuímos.

A língua hebraica não era rica e continha muitas palavras com várias significações. Tal, por exemplo, a que no Gênese, designa as fases da criação: servia, simultaneamente, para exprimir um período qualquer de tempo e a revolução diurna. Daí, mais tarde, a sua tradução pelo termo dia e a crença de que o mundo foi obra de seis vezes vinte e quatro horas.

Tal, também, a palavra com que se designava um camelo e um cabo, uma vez que os cabos eram feitos de pêlos de camelo. Daí o haverem-na traduzido pelo termo camelo, na alegoria do buraco de uma agulha.
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Livro Fonte:
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Allan Kardec
Capítulo XXIII