Prece

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Prece para Jesus, o Cristo de Deus
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Senhor Jesus!
Nossa prece é um agradecimento aos Pais e Mães da Terra!
Ser Pai e ser Mãe é cumprir a Tua vontade, Senhor!
Ajude-nos na Tarefa, Senhor!
Assim Seja!
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Amigo(a) visitante, salve!
Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz!
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Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 28.164 dias.
Obrigado Senhor!
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Mãe

Mãe

Mãe… São três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o céu tem três letras
E nelas cabe o infinito

Para louvar a nossa mãe,
Todo bem que se disser
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer

Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do CÉU
E apenas menor que Deus!

(Mário Quintana)
Colaboração:
Ricardo Leão – São Paulo-SP

Mãe

Mãe

Mãe

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Link permanente:___ http://wp.me/p1oMor-fXm
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20110505_dia_das_maes
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Mãe
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Uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista. Pediram-lhe para informar qual era a sua profissão. Ela hesitou, sem saber bem como se classificar.

“O que eu pergunto é se tem um trabalho”, insistiu o funcionário.

“Claro que tenho um trabalho”, exclamou Anne. “Sou mãe.”

“Nós não consideramos ‘mãe’ um trabalho. Vou colocar Dona de casa”, disse o funcionário friamente.

Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.

“Qual é a sua ocupação?” perguntou.

Não sei o que me fez dizer isto; as palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:

“Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas.”

A funcionária fez uma pausa, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem. Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas. Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.

“Posso perguntar”, disse-me ela com novo interesse, “o que faz exatamente?”.

Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder:

“Desenvolvo um programa a longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa). Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas). Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda???), o grau de exigência é a nível de 14 horas por dia (para não dizer 24…).

Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente me abriu a porta. Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe – uma com 13 anos, outra com 7 e outra com 3. Do andar de cima, pude ouvir o meu novo experimento (um bebê de seis meses), testando uma nova tonalidade de voz. Senti-me triunfante!

Maternidade… que carreira gloriosa!

Assim, as avós deviam ser chamadas “Doutora – Senior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas”, as bisavós: “Doutora-Executiva-Sênior” e as tias: “Doutora- Assistente”. Eu acho!!!
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Autoria desconhecida.
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Acervo do Leal:
D:Leal_backup1_WPD200320031009WPD_mae_.WPD

Mãe

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Mãe

Uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista. Pediram-lhe para informar qual era a sua profissão. Ela hesitou, sem saber bem como se classificar.

“O que eu pergunto é se tem um trabalho”, insistiu o funcionário.

“Claro que tenho um trabalho”, exclamou Anne. “Sou mãe.”

“Nós não consideramos ‘mãe’ um trabalho. Vou colocar Dona de casa”, disse o funcionário friamente.

Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.

“Qual é a sua ocupação?” perguntou.

Não sei o que me fez dizer isto; as palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:

“Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas.”

A funcionária fez uma pausa, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem. Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas. Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.

“Posso perguntar”, disse-me ela com novo interesse, “o que faz exatamente?”.

Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder:

“Desenvolvo um programa a longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa). Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas). Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda???), o grau de exigência é a nível de 14 horas por dia (para não dizer 24…).

Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente me abriu a porta. Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe – uma com 13 anos, outra com 7 e outra com 3. Do andar de cima, pude ouvir o meu novo experimento (um bebê de seis meses), testando uma nova tonalidade de voz. Senti-me triunfante!

Maternidade… que carreira gloriosa!

Assim, as avós deviam ser chamadas “Doutora – Senior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas”, as bisavós: “Doutora-Executiva-Sênior” e as tias: “Doutora- Assistente”. Eu acho!!!
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Publicado em SinapsesLinks
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sinapseslinks@gmail.com
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Mãe

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Mãe!

Certa vez perguntaram a uma mãe qual era seu filho preferido, aquele que ela mais amava.

E ela deixando entrever um sorriso, respondeu:

“Nada é mais volúvel que um coração de mãe.

E, como mãe, lhe respondeu: o filho dileto, aquele a quem me dedico de corpo e alma…

É o meu filho doente, até que sare;
O que partiu, até que volte;
O que está cansado, até que descanse;
O que está com fome, até que se alimente;
O que está com sede, até que beba;
O que está estudando, até que aprenda;
O que está nú, até que se vista;
O que não trabalha, até que se empregue;
O já me deixou, até que o reencontre.”

(autoria desconhecida)
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Mãe

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Todos um dia seremos mães

Octávio Caúmo Serrano

Neste mês de maio comemora-se mais um dia das mães.

As homenagens que se prestam à mulher que teve a experiência da maternidade tocam os corações, porque ela é dona de um amor bastante parecido com o do Cristo. As exceções não devem ser consideradas, porque as mães são humanas e o Cristo é divino.

Quem são as mães de hoje? São os mesmos Espíritos que já foram mães noutras oportunidades, filhos ou pais em outras e estranhos, quem sabe, em diferentes ocasiões.

A ligação entre os Espíritos se faz pela convivência que cria elos que os entrelaçam no futuro. O de mãe e filho é um desses elos, para exercício de um amor que muitas vezes não foi possível no passado. Houve, quem sabe, até ódio que agora precisa ser reformulado.

Nas diferentes encarnações que o Espírito vive, especialmente em planetas inferiores como o nosso, eles ganham experiências em função das profissões e situações que precisam viver. Uma vez é operário, outra vez é milionário. Ora é saudável, ora enfraquecido. Numa encarnação é homem, noutra, mulher. É filho certa vez e mãe numa outra vida.

Considerando-se que ser mãe é a forma de exercitar plenamente os mais elevados arroubos de amor, o que corresponde a uma posgraduação no curso da elevação espiritual, justo que a misericórdia divina conceda a todos os Espíritos a oportunidade de ser mãe em alguma ou várias encarnações.

Um dia todos nós seremos mães, se é que já não fomos um dia. E mesmo se já fomos, Deus poderá confiar-nos mais filhos seus, nossos diletos irmãos, para que nasçam em nossa casa e recebam o agasalho que possamos oferecer-lhes: físico e moral.

Só a bênção do conhecimento da Doutrina Espírita pode explicar-nos os meandros da parentela na Terra e as oportunidades de convivência, ora para resgate de faltas passadas, ora para apertar os laços do entendimento e do amor entre diferentes Espíritos, os mesmos que farão parte da grande família espiritual única que há de existir um dia. A informação de Jesus é que haverá um só rebanho guiado por um único pastor: Deus.

Parabéns àquelas que hoje experimentam a felicidade de serem mães. E que o Pai Maior lhes dê forças ao enfrentar as dificuldades deste difícil momento planetário, para que não percam a oportunidade de devolver a Deus os filhos Dele, melhores do que Ele lhes entregou.

Filho: ame sua mãe. Quem já não tem a sua, sabe bem do seu valor! E a falta que ela faz!
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Fonte:
http://www.oclarim.com.br/?id=7&tp_not=1&cod=407
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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52 Trilogias

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